quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Pastor usa nome de Jesus para fazer 'merchan' de consórcio na TV

Amados irmãos, no dia 29 de outubro deste mesmo ano quando acessava algumas páginas na net, deparei-me com uma noticia que estava no provedor UOL, fiquei de sobremodo atônito, pois sabia que o referido pastor a quem irei me referir aproveita-se da "inocência"de alguns irmãos para fazer meninices no púlpito e até brinca de "POWER RANGERS" jogando poder para a platéia, isso é a marca registrada do seu ministério, mas não esperava que o tal usaria o púlpíto para fazer MERCHANDISING.

Esse é o evangelho METROSEXUAL que alguns pregadores propagam em vez de falar da verdadeira palavra Cristocêntrica.

Interesses próprios, são o que esses ministros buscam, sem compromisso nenhum com a palavra de Deus e com a verdade.

II Tm 3:1-5 "SABE, porém, isto; que, nos últimos dias, sobrevirão tempos trabalhosos; Porque haverá homens amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a pais e mães, ingratos, profanos, Sem afecto natural, irreconciliáveis, caluniadores, incontinentes, cruéis, sem amor para com os bons, Traidores, obstinados, orgulhosos, mais amigos dos deleites do que amigos de Deus, Tendo aparência de piedade, mas negando a eficácia dela. Destes afasta-te."

Vejam o que o provedor UOL diz em relação a esse Pastor:

Se existe uma "vítima" da chamada Teologia da Prosperidade ela é a própria palavra escrita na Bíblia.
Essa teoria (ou prática teológica) tem se disseminado de forma surpreendente, e é defendida por evangélicos que crêem --grosso modo-- que Deus tem algum tipo de dívida para com o ser humano, ou que tem uma espécie de acordo (com ares de obrigação) de dar-lhe riqueza e felicidade caso a pessoa realmente tenha fé e o queira.
A contrapartida geralmente é o fiel desembolsar alguma riqueza própria (dinheiro) em troca da riqueza maior futura.O pastor evangélico Marco Feliciano, do Ministério Tempo de Avivamento, leva a teoria às últimas conseqüências em site e em programa na Rede TV.
Enquanto garante que Deus atenderá a todos os pedidos de "fiéis", "perseverantes" ou "valentes", ele aproveita e vende cursos de teologia, DVDs, CDs de músicas e camisetas. Até aí, ok, nada demais. Mas ele também usa o nome de Jesus em merchandisings.Segundos após realizar uma oração inflamada (que inclui palavras de língua desconhecida), pastor Feliciano ressurge como garoto-propaganda no mesmo cenário para vender um consórcio de casa própria, o GMF Consórcios."Você realiza, então, em nome de Jesus, o sonho da casa própria", diz o pastor.

Bíblia, hermenêutica e edição

Os pastores e bispos adeptos da teologia ou teoria da prosperidade fazem uso da hermenêutica na leitura da Bíblia para garantir que o que estão fazendo não viola as regras de Deus ou de Jesus.
Trata-se de uma espécie de "edição" de conteúdo: cada um usa a Bíblia da forma que lhe interessa.
Senão vejamos: a orientação divina para que os humanos não se percam em desejos materiais em detrimento ao amor por Deus está citada duas vezes, de forma muito semelhante, em dois diferentes Evangelhos.
Em Lucas, 16:13, lê-se: "Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de aborrecer-se de um e amar ao outro ou se devotará a um e desprezará ao outro. Não podeis servir a Deus e às riquezas."Da mesma forma, em Mateus 6:24, está: "Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de odiar um e amar o outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro. Não podeis servir a Deus e a Mamom".Por outro lado há outro trecho em Lucas , 11:9, que diz que ao pedir algo a Deus, o fiel simplesmente receberá o que deseja (de acordo com o merecimento e fé, pressupõem-se). Mas sem precisar fazer um carnê de desafio com uma igreja. Sem intermediários."Por isso eu digo: peçam e vocês receberão; procurem e vocês acharão; batam, e a porta será aberta para vocês." No caso do pastor do "merchan", a porta começa com um consórcio para a casa própria.

Amados, notem que o colunista "Ricardo Feltrin" que escreveu essa matéria não é evangélico, mas cita algumas passagens bíblicas com veemência ainda que tendo raso conhecimento para fazer suas críticas.

Espero em Deus que possamos suportar tais assuntos com mais sobriedade, pois os dias são maus e temos que nos aproximar mais de Deus.


Fonte: Ricardo André

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