quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Feliz 2010

Desejo a todos os blogueiros e irmãos que acessam este Blog um Feliz ano novo. E que o Senhor Jesus continue derramando das suas maravilhosas bênçãos sobre as suas vidas.
Esses são os votos do Irmão Ricardo e família.
Deus nos abençoe!

sábado, 26 de dezembro de 2009

Natal ou “Natalis Invicti” ?

O homem está totalmente integrado ao meio em que vive, a conseqüência é a absorção de costumes e práticas comuns a todos; principalmente, quando se trata de uma comemoração tão "bela" e na qual as emoções vêem à tona. Verdadeiramente é muito difícil aceitarmos qualquer informação que vá de encontro a esta festividade, nossa tendência inicial é rejeitar tais ensinamentos, taxando-os de inconsistentes ou originados em mentes de "pessoas que querem ser santas demais". Mas é fato! Ao contrário do que muitos pensam o NATAL não é uma festa cristã. As fontes pesquisadas apresentam várias versões retratando o surgimento dos símbolos natalinos, porém, todos possuem um ponto em comum, a origem pagã! A introdução desta comemoração na igreja cristã surgiu no catolicismo, por volta do século IV, à idéia era "abafar”, cristianizando com uma boa maquiagem as celebrações comuns aos povos pagãos.

A palavra natal em inglês é christmas, a união de duas palavras, christ e mass que significa missa de Cristo ou missa de natal. O dia 25 de dezembro foi escolhido porque coincidia com os festivais pagãos que assim celebravam:
 1) saturnália. 
 2) solstício de inverno, em adoração ao deus-sol.
 3) sol invictus. Este festival de inverno era chamado à natividade do sol. A festa solar do natalis invicti (natividade do sol inconquistado) era celebrada em 25 de dezembro.

A prática de trocar presentes era, segundo nos informa Tertuliano, parte da saturnália. Não há nada de errado em dar presentes. Os israelitas davam presentes uns aos outros em tempos de celebração (Et.9:22). Mas alguns têm procurado ligar os presentes de natal com aqueles que Jesus recebeu dos magos, não há qualquer correspondência entre as duas situações.

Alguns estudiosos dizem que árvore de natal também tem suas origens no paganismo. Segundo uma fábula babilônica, um pinheiro renasceu de um antigo tronco morto. O novo pinheiro simbolizava que Ninrode tinha vindo a viver novamente em Tamuz. Entre os druidas o carvalho era sagrado. Entre os egípcios era a palmeira, e em Roma era o abeto, que era decorado com cerejas negras durante a saturnália. O deus escandinavo odim era crido como um que dava presentes especiais na época de natal àqueles que se aproximassem de seu abeto sagrado.

Em algumas passagens bíblicas dá-nos entender que a árvore é associada à idolatria e a adoração falsa: Porque também os de Judá edificaram altos, estátuas, colunas e poste-ídolos no alto de todos os elevados outeiros, e debaixo de todas as árvores verdes (I Rs.14:23). Não estabelecerás poste-ídolos, plantando qualquer árvore junto ao altar do Senhor teu Deus que fizeres para ti (Dt.16:21). Portanto a árvore de natal recapitula a idéia da adoração de árvore, sendo que castanhas e bolas simbolizam o sol.

A fim de justificar a celebração do natal muitos tentaram identificar os elementos pagãos com símbolos bíblicos. Jesus, por exemplo, foi identificado com o deus-sol. Tertuliano teve que assegurar que o sol não era o Deus dos cristãos, e Agostinho denunciou a identificação herética de Cristo com o sol.

Com o passar do tempo muitos outros costumes foram sendo introduzidos nas festividades do natal. O papai Noel, por exemplo, é uma representação de São Nicolau, um santo da igreja católica romana que conforme relatos, em data próxima ao natal, distribuía entre a população presente. Inclusive, nos Estados Unidos, o Papai Noel é conhecido por: “Santa Claus”.O presépio foi inserido por São Francisco.

Não devemos jamais nos esquecer que como cristãos verdadeiros somos ordenados a comemorar a morte de Cristo, sua ressurreição e sua vinda (I Co.11:25,26). Em nenhum lugar das Escrituras é ordenado aos cristãos que comemorassem o nascimento de Cristo. Talvez porque o nascimento de Cristo é um fato histórico aceito por todos os homens, é algo que ninguém se opõe. Não é assim porém com relação a sua ressurreição. Todos comemoram o nascimento de Cristo, mas somente os cristãos comemoram a sua ressurreição. Devemos ainda lembrar que acerca de Jesus, identificado na pessoa de Melquisedeque, se diz que era "...sem pai, sem mãe, sem genealogia; que não teve princípio de dias, nem fim de existência..." (Hb.7:3).

Em todos os períodos da história da cristandade uma minoria de líderes eclesiásticos tem se colocado contra a observância do natal. Uns ou mais fatores está relacionado a essa oposição: (1) uma rejeição da autoridade eclesiástica na sua tentativa de estabelecer dias oficiais de festas dos quais o natal é um; (2) uma objeção às bebidas, festas e imoralidade associadas às festividades do natal em todos os períodos da história; (3) as associações antigas e contínuas entre o natal e as idéias e práticas religiosas pagãs.

Encaremos o natal como uma “data simbólica”, mundialmente aceita em comemoração ao nascimento do Senhor Jesus e apenas isto! Não participando dos costumes e práticas comuns àqueles que continuam a andar conforme seus próprios impulsos, na ignorância espiritual.


Saibamos adorar a Deus em "espírito e verdade!”

Ricardo André

sábado, 19 de dezembro de 2009

Enfim, Férias!

Enfim, férias da faculdade. Depois de muitos seminários; muitos trabalhos apresentados; muitas pesquisas; muitas noites de sono e muitos quebra-cabeças, finalmente estamos de férias.
Agradeço à Deus por mais um período de muitas bençãos; muito estudo; conhecimentos teológicos e amizades novas. Que o Senhor continue nos abençoando e derramando da sua graça sobre esta turma abençoada.
Deus nos abençoe!

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Maria

O Novo Testamento tem pouco a dizer sobre Maria. É, na verdade, extremamente lacônico ao falar de sua vida. Não tem ela lugar de proeminência nos Evangelhos. Como diz uma autora católica "Parece até ausente do ministério de Jesus, seu filho" Dois dos evangelistas até deixam de colocá-la no início do relato (Marcos e João), pois a história da infância de Jesus, os chamados "Evangelhos da Infância", somente é relatada em nos evangelhos de Mateus e Lucas.

Suas últimas palavras registradas foram as do casamento em Caná da Galiléia (João 2.3). Fora esse episódio, quantas anotações temos do que falou? Em Mateus e em Marcos nada foi registrado. Em Lucas, (1) na cena da anunciação (1.34,38), (2) no Magnificat (1.46-55), e (3) em 2.48 quando Jesus já está com doze anos e fora levado para se tornar um bar mitzvá . E apesar de todo esse silêncio, a Outra Igreja procura construir um elaborado sistema de obras de Maria e de devoção à sua pessoa?!

Seu nome é a forma greco-latina do hebraico Miriam, nome da irmã de Moisés. No Novo Testamento, é registrada a presença de várias Marias: Maria Madalena, Maria, irmã de Lázaro e de Marta, Maria, a mãe de João Marcos, Maria, membro da igreja em Roma, e Maria de Nazaré.

Dói ter que abordar o que segue; preferi não mencionar certas questões de teologia popular e, lamentavelmente, também de teologia oficial a respeito da mãe (Física) de Jesus. Nosso objetivo não é atacar ou hostilizar a crença de ninguém. Mas, sim, examinar o que diz a Bíblia sobre certas atitudes, doutrinas, dogmas que desvirtuaram o lugar dessa extraordinária mulher cristã, bendita entre as demais.

Idéias de Maria

As idéias não encontradas na Bíblia são: a imaculada conceição, a sua virgindade perpétua, a co-redenção, a sua assunção corporal aos céus, o título "Mãe de Deus", o culto a Maria. Tudo nasce da pergunta se Maria é salva ou salvadora. Diz a Bíblia que precisou ser salva, pois a própria Maria o afirma: "o meu espírito exulta em Deus meu salvador" (Lc 1.47). Pensar diferentemente leva aos dogmas que a Igreja majoritária tem formulado.

A imaculada conceição. É a idéia que para ser mãe do Salvador que não tinha pecado, ela mesma teria que ser isenta de pecado. Deus a teria, portanto, preservado já na sua fecundação da mancha do pecado original. Essa é uma idéia que não combina com a doutrina da Bíblia que ensina "Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus; sendo justificados gratuitamente pela sua graça, mediante a redenção que há em Cristo Jesus" (Rm 3.23, 24). Ter sido escolhida para gerar o Messias não significa ter sido concebida e nascida sem pecado, nem ter sido a mais perfeita mulher que já viveu. Esse dogma foi promulgado em 1854 pelo Papa Pio IX.
 
A virgindade perpétua ensina que a mãe de Jesus foi virgem antes, durante, depois do parto, e continuou a sê-lo durante sua vida de casada, de esposa e mãe. Tal doutrina foi definida pelo Concílio Constantinopla II em 553, e nasceu, sobretudo, do apreço à vida monástica (em franco progresso o ascetismo), e do menosprezo ao casamento considerado como estado inferior ao celibato. A insistência católico-romana na virgindade perpétua de Maria objetiva justificar o celibato dos seus sacerdotes e freiras. A Bíblia, no entanto, fala diferentemente: chama a Jesus de seu filho "primogênito" e não de "unigênito" .
 
Grávida virgem, deu à luz virgem, porém Mateus 1.25 ensina que após o nascimento (e a purificação subseqüente), passou a ter vida matrimonial perfeita e absolutamente normal:

"... e não a conheceu enquanto ela não deu à luz um filho; e pôs-lhe o nome de Jesus". (Mt 1.25).

E porque não é desdouro ser a mãe do Messias e mãe de outros filhos com seu marido, o Novo Testamento apresenta os nomes de seus filhos: Tiago, José, Simão e Judas, além das irmãs não nomeadas (Mc 6. 3). Que divina sabedoria, o Espírito Santo ter permitido registrar o nome de seus irmãos! Há quem queira dizer que seriam filhos de José de um casamento anterior, não há, porém, registro disso; ou primos de Jesus, no entanto, a palavra usada foi adelphos, pois existe outra, anepsiós que quer dizer "primo, sobrinho", não usada aqui pelos evangelistas.
Co-redenção de Maria junto à cruz do Calvário, ou seja, "sócia na obra da salvação". Uma coisa é dizer que Maria teve um papel único, exclusivamente seu na realização do plano de Deus para a salvação da pessoa humana; é dizer que os fatos da encarnação e do nascimento virginal são de tremendo significado para a Cristologia. Mas outra coisa é atribuir-lhe função salvífica, papel de salvadora e obra co-redentora.
 
Muita lenda tem surgido por falta de informação e estudo da Bíblia. Jesus ensinou que "errais, não conhecendo as Escrituras nem o poder de Deus" (Mt 22.29), e por falta de conhecimento da Palavra Santa, há quem participe da Ceia (Eucaristia) nos cinco primeiros sábados (pois sábado é o dia do calendário que lhe é dedicado), esperando escapar do inferno sem que se preocupe com uma conduta digna do nome de cristão. E há quem dedique o dia de Sábado ao louvor de Maria que, segundo ensinam, visita o purgatório de onde leva muitas almas para o céu com ela. Quantos erros?! O purgatório?! a salvação após a morte?! Maria salvadora?!

Diz, no entanto o Novo Testamento: "Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem"( 1Tm 2.5).

Assunção. A doutrina é que Maria após a morte teria sido levada corporalmente para o céu, dogma que foi promulgado em 1950 pelo Papa Pio XII. Nenhum ensino bíblico há sobre isso.
 
Maria, "Mãe de Deus". Dogma definido no Concílio de Éfeso em 431, e baseado na idéia de que a sua maternidade diz respeito à pessoa inteira de Jesus. Portanto, se Jesus é homem e é Deus, Maria é mãe do homem Jesus e Mãe de Deus (?!) Fiquemos alerta que em lugar algum, o Novo Testamento a chama "Mãe de Deus". É mãe, sim, do filho de Deus. Nem "Mãe da Igreja". São ensinos estranhos ao evangelho. Mas foi "agraciada", bendita entre as mulheres, e exemplo corretíssimo de aceitação, obediência, dependência, submissão, subordinação e serviço a Deus. Acho que não é difícil de entender que Maria foi única e simplesmente "USADA" por Deus para trazer a terra seu filho "UNIGÊNITO". poderia ser outra qualquer como: Josefa, Clementina, Zefinha e outras mais...
 
O culto a Maria. Diz a doutrina da Outra Igreja que há três tipos de culto: latria (adoração exclusiva a Deus); hiperdulia (alta veneração só prestada a Maria); dulia (veneração aos santos, a lugares e objetos considerados santos). A Bíblia não se pronuncia sobre nada disso nisso! O culto a Maria é uma desonra a Deus por causa da proibição do uso de imagens. É o problema de se acrescentar algo mais à verdade da Bíblia.
 
Um caso que poderia ter sido o primeiro de veneração a Maria foi rechaçado e corrigido na hora por Jesus:

"Ora, enquanto ele dizia estas coisas , certa mulher dentre a multidão levantou a voz e lhe disse: Bem-aventurado o ventre que te trouxe e os peitos em que te amamentaste. Mas ele respondeu: Antes bem-aventurados os que ouvem a palavra de Deus, e a observam" (Lc 11.27, 28).

Como devemos ver Maria?

Honramos a Maria, mãe de Jesus, com a mesma homenagem que a Bíblia lhe presta: "bendita entre as mulheres" (Lc 1.42), e reconhecemos que ela foi o vaso que trouxe a água da vida, Ela não é a água da vida, o pão da vida, o caminho, a verdade, ou a ressurreição e a vida.

Nós a reconhecemos como "bem-aventurada", ainda, porque na sua dedicação à vontade de Deus, na sua fé, na sua obediência, é exemplo para nós. É exemplo e modelo a ser imitado não mais, porém, que outros do Antigo ou do Novo Testamento.

Nós a vemos como mulher de louvor, oração e piedade. Seu cântico em Lucas 1.46-55, e que se assemelha em forma e conteúdo ao de Ana (1Sm 2. 1-10), é uma linda página de sensibilidade e profunda espiritualidade.

Quero insistir no fato que Maria foi mulher de profunda sensibilidade espiritual. Sua fé e sua disposição de servir a Deus nos chamam a atenção, por isso deu uma atenção cuidadosa, à educação de seu filho nas tradições religiosas do seu povo, o povo judeu.

Mas ela sabia que precisava de um Salvador (Lc 1. 47). Tinha absoluta consciência de que Jesus era, não só humano, mas também divino e enviado por Deus (Gl 4.4) . Lucas 2.18 e 51 nos mostram que ela meditava cuidadosa, profunda e assiduamente sobre seus deveres. É o protótipo da mulher de reflexão; é o modelo, exemplo da esposa cristã ideal.

Maria deixou um mandamento: "Fazei tudo quanto Ele [Cristo] vos disser" (Jo 2.5). Confessa ter confiança plena no poder divino do seu filho.

"FAZEI TUDO QUANTO ELE VOS DISSER"

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Pregação Pleonástica

Caros irmãos, escutando certa noite um pregador pleonástico numa rádio AM muito conhecida pelo meio evangélico, resolvi escrever abaixo algumas de suas frases mirabolantes.
É claro que com alguns acréscimos.







"Meus irmãos, hoje pela madrugada antes de amanhecer o dia tive uma revelação divina. Foi tremendo. Amanheci com um sorriso nos lábios imenso, pois não me continha de tanta alegria. Sonhei que estava cursando um curso de teologia, e que logo depois de cursar esse curso Deus me levaria para pregar a sua palavra em vários países do mundo.  Resolvi encarar de frente essa prova em que Deus me colocaria e anexar junto o trabalho e a obra do Senhor. Durante o sonho eu me via em frente a uma multidão de pessoas, e logo começava a gritar bem alto para a multidão. Lembro-me que eram tantas pessoas que parecia até um plebiscito popular, nunca tinha visto tanta gente. Eu sentia cada vez mais um elo de ligação entre eu e Deus, era fantástica a sua presença naquele lugar.

Durante a pregação, lembro-me que subiu pra cima do púlpito uma mulher que tinha uma hemorragia de sangue muito forte, quando ela compareceu pessoalmente na minha frente fiquei um pouco nervoso, mas logo encarei cara a cara e usei a autoridade que Deus tinha me dado e repeti de novo aquele versículo que pedro disse em At 3.6. Logo percebi o alívio e tranquilidade daquela mulher, é como se ela estivesse saído de um abismo sem fundo. Aquela mulher tinha feito a sua escolha opcional e tinha ganhado grátis a sua cura e sua salvação, pois o acabamento final daquela fé foi um grande milagre de Deus. Eu já estava muito cansado naquele momento, estava no meu limite extremo, já estava maluco da cabeça, foi quando de repente uma surpresa inesperada, toda a multidão começou a gritar bem alto, era um barulho sonoro tremendo "Queremos aceitar Jesus, Queremos aceitar Jesus". Pasmem meus irmãos, não foram dez ou trinta que estavam gritando, e ainda mais, ninguém naquele lugar era crente, era uma unanimidade de todos e todos tinham certeza absoluta do que queriam, pois tinham visto o milagre que Jesus tinha feito naquela mulher.


Naquele momento virei pro lado e ví aquelas pessoas se aglomerando e querendo subir pra cima do púlpito para aceitar Jesus. Louvo a Deus por ter me revelado essas coisas, pois sei que se cumprirá e será fato real, pois a conclusão final dessa história será o nome do Senhor ser glorificado. Sei que muitos aqui nesta igreja não estão acreditando em mim e nessa revelação que Deus me deu, mas isto é a opinião individual de cada um, não posso fazer nada quanto a isso, pois não tenho o monopólio exclusivo da verdade, nem sou nenhum demente mental, sou apenas um homem escolhido por Deus que tem um elo de ligação muito forte com o Altíssimo. "

Essa história é baseada em fatos reais. Rs Rs Rs
Autor: Ricardo André

sábado, 17 de outubro de 2009

Islamismo

Como o islamismo está hoje ganhando cada vez mais espaço nas manchetes da mídia secular e cristã, eu gostaria de dar uma olhada em algumas perguntas bastante freqüentes sobre o islamismo.

Os cristãos e os muçulmanos cultuam o mesmo Deus?

Quando você tenta conversar com qualquer muçulmano sobre os fatos do islamismo, quase com certeza ele dizer a você que nós cultuamos o mesmo Deus, mas usando diferentes nomes e maneiras. Infelizmente, muitos cristãos, especialmente no ocidente, acreditam nisso. Mas, a verdade é que de fato nós não cultuamos o mesmo Deus. Permita-me explicar-lhes esta verdade com mais detalhes.

O Alá do islamismo não é o Pai. Ninguém ousa ter um relacionamento pessoal com ele, falar com ele, e amá-lo. Mas, Jesus ensinou a orar ao "Pai nosso que está no céu" (Mateus 6.9).
  • Alá não é o Filho. Para um muçulmano não existe a necessidade da Trindade porque Deus pode ordenar a qualquer coisa que seja e ela será (*Sura 4:171, 5:73, 5:116). Os muçulmanos acreditam ainda que Jesus foi criado do pó exatamente como Adão (Sura 3:59).

  • Alá não é o Espírito Santo. O Espírito Santo no Alcorão é o anjo Gabriel.

  • Alá não é amor. O amor não é mencionado entre os 99 nomes mais bonitos de Alá.

  • Alá pede aos anjos que adorem Adão (Sura 2:31-34).

  • Alá não quer redimir o ser humano, mas insiste em encher o inferno com todos eles. Ninguém vai escapar dele para sempre (Sura 15:43,44).

  • Alá permite jurar (Sura 89:1-5, 91:1-9, 95:1-4).

Há muitas outras diferenças entre Alá e o nosso Pai celestial. Os muçulmanos precisam de Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo.

O Islamismo Já Existia Antes de Maomé?

Antes de podermos responder a esta pergunta, precisamos primeiro dar uma olhada nas definições de islamismo e muçulmano. Islamismo é uma palavra árabe que originalmente se referia a um atributo de masculinidade e descrevia alguém que tivesse agido com heroísmo e bravura na batalha. Segundo o Dr. M. Bravmann em sua obra The Spiritual Background of Early Islam (Histórico Espiritual do Islamismo dos Primeiros Dias), islamismo é "um conceito secular, denotando uma virtude sublime aos olhos do árabe primitivo; desafio à morte, heroísmo; morrer na batalha". Nos dias de Maomé, um muçulmano era alguém que lutava com outra pessoa e a dominava. Hoje, muçulmano é alguém que se submete a Alá e islamismo significa submissão a Alá.
Portanto, a resposta à pergunta é sim; de acordo com estas definições, o islamismo já existia.

O nome Alá já existia antes de Maomé?

Apesar do muçulmano, na média, crer que o islamismo, Alá e o Alcorão são conceitos revelados do céu a Maomé, através do anjo Gabriel, a resposta é sim. O islamismo, Alá e grande parte do Alcorão já existiam antes de Maomé. O pai de Maomé chamava-se Abed Alá, que significa "escravo de Alá".
A Enciclopédia do Islamismo nos fala que os árabes pré-islâmicos conheciam Alá como uma das divindades de Meca. Também já existia em Meca a pedra negra, por causa da qual as pessoas peregrinavam para Meca. Os peregrinos beijavam a pedra, prestando culto a Alá por meio dela. Segundo a Enciclopédia Chamber’s, "a comunidade onde Maomé foi criado era pagã, com diferentes localidades que tinham os seus próprios deuses, freqüentemente representados por pedras. Em muitos lugares haviam santuários para onde eram feitas peregrinações. Meca possuía um dos mais importantes, a Kaaba, onde foi colocada a pedra negra, há muito tempo um objeto de adoração.

Quem era Alá nos dias de Maomé?

Alá era o deus lua. Até hoje os muçulmanos usam a forma do quarto crescente sobre as suas mesquitas. Nenhum muçulmano consegue dar uma boa explicação para isso. Na Arábia havia uma deusa feminina que era a deusa sol e um deus masculino que era o deus lua. Diz-se que eles se casaram e deram à luz três deusas chamadas "as filhas de Alá", cujos nomes eram Al Lat, Al Uzza e Manat. Alá, suas filhas e a deusa sol eram conhecidos como os deuses supremos. Alá, Allat, Al Oza e Akhbar eram alguns dos deuses pagãos.

No chamado muçulmano para a oração, os muezzin clamam "Allah u Akbar", que significa Alá e Akbar. Os muçulmanos afirmam que não estão orando a Alá e Akbar, mas dizendo "Alá é grande".
No começo, Maomé deixava os seus seguidores prestarem culto a Alá, o altíssimo, e pedirem a intercessão de Allat e Al Oza e Mannat. Depois que conseguiu se tornar militarmente forte e bem armado, ele lhes ordenou que somente a Alá prestassem culto.

Quais são os Pilares do Islamismo?

Os muçulmanos vivem a sua fé de acordo com seis "pilares".

  • Recitar os dois credos: "Não há outro deus além de Alá e Maomé é o mensageiro de Alá." A simples declaração desta sentença é suficiente para alguém se tornar muçulmano e garantir a sua entrada no paraíso depois da morte, apesar de que todo mundo precisa primeiro ir para o inferno.

  • Orações: Eles precisam orar cinco vezes por dia, mas primeiro precisam passar pelo ritual da lavagem, se não Alá não ouvirá as suas orações.

  • Dar esmolas aos pobres (Zakat): Eles têm de dar dinheiro aos pobres, para o estado islâmico, para as mesquitas, etc.

  • Jejum: Especialmente importante durante o mês do Ramadan, que ocorre em torno da segunda semana de janeiro à segunda semana de fevereiro. Estas datas variam devido ao calendário islâmico.

  • El Haj: É a peregrinação a Meca para os que podem. A pessoa que completar a jornada passa a ser um haji.

  • Jihad: A maioria dos estudiosos muçulmanos considera o Jihad (que significa "guerra santa", ou lutar contra os não muçulmanos) o sexto pilar.

Queridos irmãos, insisto para que orem para que Jesus Cristo possa manifestar-se aos muçulmanos e para que eles dobrem os joelhos para o nosso Pai celestial, "que deseja que todos os homens sejam salvos cheguem ao conhecimento da verdade" (1 Timóteo 2.4).

Fonte da postagem: Dr Salim Almahdy

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Victorino Silva "És"


Já não se faz mais hinos como esse hoje em dia, uma verdadeira declaração de amor ao Deus altíssimo. lembro-me como se fosse hoje quando escutei este hino pela primeira vez, meu coração ardeu como um vaso quente saindo do forno e sendo moldado pelo seu oleiro. Lamento que os cantores "Gospel" de hoje em dia não tenha essa inspiração prodigiosa.


Ricardo André.

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

YEHOSHUA

Dando ênfase á um assunto que nos faz refletir sobre esse novo nome que estão querendo dar ao Senhor Jesus, e acrescentando o que o ilustre evangelista Daladier, com sua mente augusta, postou em seu Blog neste link, gostaria de ser mais profundo nesta matéria, até porque como diz o título deste blog, a teologia aqui é APOLOGETA.

Os Adeptos do Nome Yehoshua e Suas Variantes (ASNYV) surgiram no Brasil por volta de 1987 aproximadamente. Esse movimento não é propriamente dito uma heresia ou seita de origem brasileira, já que existem similares nos Estados Unidos e em outros lugares. Embora seja relativamente novo no Brasil, esse movimento experimentou um incrível fracionamento. Entre os adeptos do nome Yehoshua há muita divisão e ramificações, tanto doutrinária quanto institucional. Há grupos que negam a doutrina bíblica da Trindade, outros são sabatistas, ou seja, defendem a guarda do sábado, outros crêem ainda em duas categorias de salvos: os cristãos que habitarão no céu e os judeus, assírios e egípcios, que embora possam ser salvos, herdarão a terra. Outros, ainda crêem na totalidade dessas idéias. São exclusivistas, ostentando assim o monopólio da salvação. Alguns grupos são denominados de as Testemunhas de Yehoshua, Gideões de Yehoshua Hamashiach, Igreja do Deus Yehoshua etc. Alguns dos seus líderes e escritores no Brasil são: José Cláudio Pinheiro, Josué B. Paulino, Ivo Santos de Camargo e afins.

Os Adeptos do Nome Yehoshua e Suas Variantes declaram que o nome Yehoshua é de origem divina e significa Deus Salvador (YEHO = SENHOR + SHUAH = SALVAÇÃO). Falam que o nome Jesus é de origem pagã e significa Deus-cavalo (YE = DEUS + SUS = CAVALO). Vão mais além na sua obstinação contra o nome Jesus, comparando-o com Esus ,deus mitológico dos celtas, que aparece segurando serpentes com cabeça de carneiro. Concluindo precipitadamente que os cristãos adoram a serpente, ao invés do Cordeiro de Deus. Admitem ainda que o Senhor Jesus seja o portador do misterioso número 666.

Gostaría de iniciar esta breve consideração aos Adeptos do Nome Yehoshua e Suas Variantes (ASNYV), partindo da perspectiva de que a complexidade do Nome de Deus הוהי (YHWH), conforme nos é apresentada em Êx 3.13-15, é uma e a insistência de que somente a pronúncia Yehoshua (hebraico עשוהי), para o nome de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo deve ser outra.

Minha intenção não é desprezar, nem muito menos ridicularizar, mas apenas fazer a apologia cristã das questões concernentes aos argumentos apresentados por eles.

Concordo inteiramente com os ASNYV que o estudo de diversas línguas é importante e de muito proveito. Discordo, porém, dos exemplos que eles oferecem para apoiar suas doutrinas.

Dizem os ASNYV que nome próprio não deve ser traduzido, mas apenas transliterado. Será que realmente este princípio deverá ser sempre observado? Se a resposta for afirmativa, o que podemos concluir acerca de tais nomes próprios: Simão, João, Pedro, José, Judas, Jacó, Maria, Isabel, Débora, Moisés, Elias, Obadias etc? Todos esses nomes próprios, dentre outros, são transliterações, traduções ou equivalentes (formas) portugueses de nomes próprios hebraicos? Nomes como rabi, messias, dracma, sábado, pentecostes, e siclo, são traduções, transliterações ou equivalentes portugueses de nomes hebraicos?

Para esclarecer o significado de transliteração, tradução e equivalente, parto de um texto do Evangelho de João (1.38,41-42). Ε Jesus, voltando-se e vendo que o seguiam, disse-lhes: Que buscais? Disseram-lhe: Rabi (que, traduzido, quer dizer mestre), onde moras? ... Este achou primeiro a seu irmão Simão e disse-lhe: Achamos o Messias (que, traduzido, é o Cristo). Ε levou-o a Jesus. E, olhando Jesus para ele, disse: Tu és Simão, filho de Jonas; tu serás chamado Cefas (que quer dizer Pedro).
Os nomes Jesus, Rabi, Mestre, Simão, Messias, Cristo, Jonas (João) e Pedro são escritos respectivamente da seguinte forma no original grego: Ιησους (Iesous), Ραββι (rabbi), Διδασκαλος (didáskalos), Σιμων (Símon), Μεσσίας (Messias), Χρίστος (Khristós), υιος (hyiós), Ιωαννης (Ioánnes), Κηφας (Kephâs) e Πετρος (Pétros).

Uma vez que todos os manuscritos do Novo Testamento grego estão escritos em grego Koiné, não seria sensato insistirmos em argumentos que partem da hipótese de que os autógrafos, ou seja, os escritos elaborados por seus próprios autores, teriam sido escritos em hebraico ou aramaico e depois traduzidos para o grego. Por isso, o critério máximo de autoridade em termos de exegese e hermenêutica do Novo Testamento será o texto grego, ainda que sejam admitidos os problemas de variantes textuais.

Em todos estes nomes não encontramos a transliteração de nomes próprios. Ιησους (Iesous), Σιμων (Símon), ןנחוי (Ioánnes) e Κηφας (Kephâs), não são transliterações do hebraico e aramaico, são apenas equivalentes gregos de nomes próprios provenientes do hebraico e aramaico. Ραββι (rabbi) e Μεσσιας (Messias) são equivalentes do hebraico יבר (rabbi) e חישמ (Mashiach). Κηφας (kephâs) é um equivalente grego do aramaico אפיכ (keypha). Διδασκαλος (didáskalos), Χριστος (Khristós), υιος (hyiós) e Πετρος (Pétros) são traduções gregas do hebraico e aramaico. Como podemos perceber, não há nestas palavras nenhum exemplo de transliteração de nomes hebraicos e aramaicos.

Podemos concluir facilmente que:
a) Jesus, Simão e João são equivalentes portugueses dos nomes próprios Ιησους (Iesous), Σιμων (Símon) e Ιωαννης (Ioánnes), que são equivalentes gregos dos nomes próprios hebraicos עשוהי (YEHOSHUA), ןועמש (Shimeon) e ןנחוי (Yochanan);
b) Messias e Rabi são equivalentes portugueses de Μεσσιας (Messias) e Ραββι (rabbi), equivalentes gregos dos substantivos hebraicos חישמ (Mashiach) e יכר (rabbi);
c) Cristo é o equivalente português de Χριστος (Khristós), tradução grega do hebraico חישמ (Mashiach);
d) Filho é a tradução do aramaico רכ (bar), traduzido em grego por υιος (hyiós) e em latim por filius;
e) Mestre é a tradução portuguesa do hebraico יכר (rabbi), que em grego é Διδασκαλος (didáskalos);
f) Cefas é o equivalente português de Κηφας (Kephâs), equivalente grego do aramaico אפיכ (keypha);
g) Pedro é o equivalente português da tradução grega Πετρος (Pétros), que é a tradução do aramaico אפיכ (keypha).

Valem-se ainda os ASNYV de um esquema criptográfico conhecido como gematria, para afirmar que Jesus Cristo é o portador do famigerado número 666, sendo, portanto, o nome da besta citada em Apocalipse 13.18. Demonstram isso da seguinte maneira:

IESUS CRISTVS FILII DEI
1+ 5 + 100 + 1 + 5 + 1 + 50 + 2 + 500 + 1 = 666

Em primeiro lugar, gostaría de lembrar que IESVS CRISTVS FILII DEI é IESVS CRISTVS + FILII DEI.

Em segundo lugar, IESVS CRISTVS sozinho equivale a 112.
Em terceiro lugar, FILII (genitivo masculino singular) deveria ser FILIVS (nominativo masculino singular).
Assim sendo, teríamos:
FILIVS DEI
1 + 50 + 1 + 5 + 500 + 1 = 558
IESUS CRISTVS = 112 + FILIVS DEI = 558 = 670
670 é diferente de 666

Percebemos, portanto, a necessidade da presença de títulos ou apostos, sem contar com a presença de FILII, em vez da forma correta FILIVS, para se chegar ao número 666.

Os ASNYV, para caracterizar sua exclusividade, acreditam na evidência da confirmação de sua doutrina fonética por meio de sonhos, visões, revelações e consultas ao Senhor através da caixinha da promessa. Eis algumas de suas evidências:.. Ε ο Senhor nosso Deus vem confirmando a Mensagem através de diversos Sonhos, Visões e Revelações, concedidos a muitos irmãos e irmãs conforme as Promessas de Sua Palavra (Joel 2.28-32; Ap 11.3-6).

...Eu, irmã Guinoral Μ. Paulino, tive um sonho, no qual estávamos nos preparando para a grande tribulação...

...Então, eu orava a Deus (no sonho) e consultava ao Senhor através da caixinha de promessas. Porém, quando abri a caixa de promessa, constatei que não havia nenhuma mensagem dentro da caixa, no entanto havia uma CANETA, que parecia do tipo tinteiro; a qual era extremamente pesada e bonita. Ε estava escrito horizontalmente na mesma caneta, como se fosse uma dedicatória: "Eu te constituí profeta entre as nações".

Vejam, caros irmãos, que não nos parece razoável acreditar em sistemas doutrinários que tenham outra fonte de revelação além da Bíblia, a Palavra de Deus. A subjetividade pode, muitas vezes, fornecer subsídios para o dogmatismo político, religioso ou cultural. Por esse motivo, devemos ter cuidado com as pessoas que se julgam exclusivamente detentoras ou portadoras da verdade, como é o caso dos ASNYV. Acrescento também que não podemos aceitar a idéia do aspecto duvidoso do Evangelho de Mateus, uma vez que os ASNYV acreditam na autografia hebraica ou aramaica. Conclusões forçadas ou precipitadas sobre os textos Sagrados em suas línguas originais são, pelo menos, um indício de predisposição ao sectarismo ou à heresia (2 Pe 2.1-2).

CREDO DOS ADEPTOS DO NOME YEHOSHUA Ε SUAS VARIANTES

1. Alguns negam a inspiração do Evangelho de Mateus, sob alegação de que é um livro apócrifo;
2. Ensinam que o nome correto de Jesus é Yehoshua e que Jesus significa deus-cavalo;
3. Fazem ligação entre Jesus (no grego Iesous) com Esus, um deus celta, pretendendo com isso afirmar que os cristãos são pagãos;
4. Ensinam que o número 666 (número da Besta de Ap 13.6,18) se enquadra no nome de Jesus;
5. Negam o nascimento virginal de Jesus, ensinando ser Ele filho de José e Maria;
6. Negam a doutrina da Trindade, afirmando que o Pai é o Filho e o Filho, o Pai (Unicismo);
7. O batismo é realizado em nome de Yehoshua-Mashiach,
8. Crêem em duas classes de pessoas: os cristãos, que vão para o céu; e os judeus, assírios e egípcios, que irão herdar a terra;
9. Negam a salvação de quem invoca o nome de Jesus. Só há salvação para quem invoca o nome Yehoshua;
10. Ensinam a guarda do sábado como fator necessário à salvação.

Ultimamente tem havido inúmeras inovações no meio do povo de Deus. Tanto fora da Igreja como no seio dela surgem as heresias. O apóstolo Paulo disse que Deus permite que isso aconteça para provar os fiéis (1 Co 11.19). É verdade que cada ser humano tem a liberdade de expressar seus pensamentos, por mais exóticos que sejam, porém causa-nos estranheza o fato de os agentes dessas idéias excêntricas encontrarem adeptos, acharem quem acredite nessas invenções.
Os fundadores das seitas costumam dizer que receberam revelação direta de Deus. Geralmente essas revelações contradizem a Bíblia. Seus adeptos, muitas vezes, deixam a Bíblia para seguir seus líderes. Isso aconteceu com Joseph Smith Jr., fundador do mormonismo; William Miller, depois Ellen Gould White, com o adventismo do sétimo dia; Charles Taze Russell, fundador das Testemunhas de Jeová etc, e agora, Ivo dos Santos Camargo, José Cláudio Pinheiro, Josué B. Paulino com as Testemunhas de Iehoshua.
Todo líder que procura impor uma inovação com base em suas supostas revelações, como doutrina básica de sua religião, deve ser rejeitado.

Como alerta aos crentes em Jesus que não conhecem as línguas originais e deixaram se levar por heresias e dúvidas dos ASNYV, apresentamos a exortação do apóstolo Paulo: "Mas temo que, assim como a serpente enganou Ενα com a sua astúcia, assim também sejam de alguma sorte corrompidos os vossos sentidos, e se apartem da simplicidade que há em Cristo. Porque, se alguém for pregar-vos outro Jesus que nós não temos pregado, ou se recebeis outro espírito que não recebestes, ou outro evangelho que não abraçastes, com razão o sofrereis" (2 Co 11.3-4).

Jesus nos abençoe.

Crédito da pesquisa:  ICP Editora
Fonte: Série Apologética / Volume II

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Desmascarando Kardec

O espiritismo arroga para si a condição de ser o autêntico Cristianismo. Será?

A doutrina espírita nos ensina a praticar o Cristianismo em sua forma mais pura e simples, assim, o espírita procura ser um bom cristão. Ele sente que precisa combater seus próprios defeitos e praticar os ensinamentos de Jesus ("O Espiritismo em Linguagem Fácil", p. 61).



Resposta Apologética:

Para praticar o Cristianismo em sua forma mais pura e simples, em primeiro lugar seria preciso que o espiritismo tivesse sua base na Bíblia e suas crenças fossem as mesmas do Cristianismo histórico. Não é o caso. Daí porque o espiritismo usa uma falsa propaganda ao fazer afirmações como as citadas e como outras, entre as quais destaco:

É preciso que nos façamos entender. Se alguém tem uma convicção bem assentada sobre uma doutrina, ainda que falsa, é necessário que o desviemos dessa convicção, porém, pouco a pouco, eis porque nos servimos, quase sempre, de suas palavras e damos a impressão de partilhar de suas idéias, a fim de que ele não se ofusque de súbito e deixe de se instruir conosco. (Destaque nosso)

Então, o texto citado afirma que Allan Kardec recomenda:

Primeiro: nos servimos... de suas palavras...
Segundo: damos a impressão de partilhar de suas idéias...


Com que propósito? a fim de que ele não se ofusque de súbito e deixe de se instruir conosco...

ELOGIOS A JESUS CRISTO

Assim, para atingir seu objetivo, o espiritismo elogia Jesus Cristo dizendo:

Qual o tipo mais perfeito que Deus ofereceu ao homem para lhe servir de guia e de modelo? "Jesus."

Em seguida, segue-se uma declaração de Allan Kardec, nos seguintes termos:

Jesus é para o homem o tipo de perfeição moral a que pode aspirar a humanidade na terra. Deus no-lo oferece como o mais perfeito modelo e a doutrina que ele ensinou é a mais pura expressão de sua lei, porque ele estava animado pelo Espírito divino e foi o ser mais puro que já apareceu na terra. (Destaque nosso).

Qual o cristão que não concordaria com essas declarações sobre Jesus e seus ensinos? Encontramos aprovação bíblica para essas declarações em Hebreus 7.26; Mateus 3.16-17.

Mas, logo em seguida, coloca na boca dos espíritos as seguintes palavras que contradizem a posição antes adotada com relação à pessoa e aos ensinos de Jesus:

Se Jesus ensinou as verdadeiras leis de Deus, que utilidade têm os ensinamentos dos espíritos? Poderão eles ensinar alguma coisa além do que ensinou Jesus?
Os ensinamentos de Jesus eram freqüentemente alegóricos e na forma de parábolas, dado que ele falava de acordo com a época e os lugares. Hoje, é preciso que a verdade seja inteligível para todos, razão por que é preciso explicar e desenvolver esses ensinamentos, tão poucos são os que os compreendem e ainda menos os que o praticam. Consiste nossa missão em abrir os olhos e os ouvidos a todos, para confundir os orgulhosos e desmascarar os hipócritas, esses que exteriormente se revestem das aparências da virtude e da religião para melhor ocultarem suas torpezas ("O Livro dos Espíritos", p. 172, Obras Completas, Editora Opus, 2ª edição especial).


Resposta Apologética:

Com essa explicação dada pelos espíritos, Kardec se vê com o direito de remover da Bíblia tudo quanto a Bíblia diga contra as práticas e ensinos do espiritismo. O que for contra o espiritismo pode-se alegar, com muita propriedade, que fazia parte dos ensinos parabólicos ou alegóricos de Jesus.
Enquanto os espíritas se baseiam no ensino dos espíritos, os cristãos se baseiam na Bíblia Sagrada.

Um autor espírita assim se pronuncia sobre a Bíblia:

Nem a Bíblia prova coisa nenhuma, nem temos a Bíblia como probante. Não rodopia junto à Bíblia. Mas a nossa base é o ensino dos espíritos, daí o nome espiritismo. A Bíblia não pode ser razão de peso contra o ensino dos espíritos ("A Margem do Espiritismo", pp. 214, 227, Carlos Embassahy).

Que mancada hein Carlos...

Allan Kardec opina sobre a Bíblia afirmando:

Todos os escritos posteriores, sem excetuar os de São Paulo, são e nem podem deixar de ser, apenas comentários ou apreciações, reflexos de opiniões pessoais, muitas vezes contraditórias, que não poderiam, em caso algum, ter a autoridade de um relato dos que haviam recebido as instruções diretamente do Mestre ("Obras Póstumas", p. 1170. Opus Editora Ltda., 2ª edi¬ção especial, 1985).

Faz-me rir Kardec...

E nós? Temos a Bíblia como regra de fé e conduta para a vida e o caráter do cristão (1 Ts 2.13; 2 Tm 3.15-17; 2 Pe 1.20-21). Negam eles as demais doutrinas cristãs, principalmente nossa redenção por Cristo. O credo espírita é negativista em face das doutrinas cristãs, pois nega a ressurreição corporal de Jesus e da humanidade, nega os milagres de Jesus, nega a Trindade, nega a deidade absoluta de Jesus, nega a Personalidade do Espírito Santo, nega a existência dos anjos, nega a existência do Diabo e dos demônios, nega a existência do céu e do inferno, nega o pecado original, nega a unicidade da vida terrestre. Poderiam, realmente, os espíritas ser classificados como cristãos?

A resposta é óbvia: não!

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Parada da diversidade... Aonde vamos parar...

Começou com o nome de "Parada GLS", depois "Parada Gay", logo após "Parada da Diversidade" e agora temos a "Semana da Diversidade LGBT". Antes só um dia, agora já é uma semana, e depois o que vai vir? suponho que seja "Seminário gay" ou "Congresso mundial LGBTE" (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Encubados). Neste último, políticos encubados que apoiam estas tais práticas e que defendem o casamento homosexual.

Aonde vamos parar?

Segue a notícia do site pe360graus.com

Parada da Diversidade percorre as ruas do Cabo de Santo Agostinho

Da Redação do pe360graus.com

Encerrando a 2ª Semana da Diversidade LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Travestis) do Cabo de Santo Agostinho, na Região Metropolitana do Recife, acontece neste domingo (6) a Parada da Diversidade. No seu sétimo ano, o evento será no Pátio do Caic, às 20h, com shows e atrações culturais.

Desde o último sábado (29) a 2ª Semana da Diversidade proporcionou ao público momentos de educação, cultura e lazer, através de atividades como o seminário preventivo, a 4ª edição do Miss Gay, shows de drag queens, feira com produtos do GHC, e distribuição de preservativos e panfletos educativos, além de exibição de filmes.

Foi lançada ainda a campanha de prevenção “Fique Sabendo”, que consiste no oferecimento de testes rápidos e gratuitos de HIV/Aids, numa parceria entre as coordenações municipal, estadual e nacional de prevenção às doenças sexualmente transmissíveis.


O que eu acho interessante é que eles lançaram uma campanha que intitularam de "Fique sabendo". Aproveitando o ensejo, lançarei também aqui a minha campanha "Fique sabendo", que consiste em oferecer a sociedade as verdades Bíblicas sobre o homosexualismo.

1º Fique sabendo que: Homosexualismo é abominação aos olhos de Deus e que desde o antigo testamento Deus adverte seu povo. "Lv 18:22 Com varão te não deitarás, como se fosse mulher: abominação é"

2º Fique sabendo que: Os homosexuais ativos e passivos não herdarão o reino de Deus. "ICo 6:10 Não erreis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os maldizentes, nem os roubadores herdarão o Reino de Deus."

3º Fique sabendo que: Deus criou o homem e a mulher para serem uma só carne; nesse princípio não há o homosexualismo. "Gn 2:24 Portanto, deixará o varão o seu pai e a sua mãe e apegar-se-á à sua mulher, e serão ambos uma carne."

4º Fique sabendo que: Deus entregou tais pessoas á imundícia porque densonraram seus próprios corpos entre si. " Rm 1:24 Por isso, Deus entregou tais homens à imundícia, pelas concupiscências de seu próprio coração, para desonrarem o seu corpo entre si."

5º Fique sabendo que: Deus os entregou á paixões infames da carne por causa da sua desobediência. "Rm 1:26,27 Por causa disso, os entregou Deus a paixões infames; porque até as mulheres mudaram o modo natural de suas relações íntimas por outro, contrário à natureza; semelhantemente, os homens também, deixando o contacto natural da mulher, se inflamaram mutuamente em sua sensualidade, cometendo torpeza, homens com homens, e recebendo, em si mesmos, a merecida punição do seu erro."

Talvez alguém diga que é diferente de matar ou roubar, pois não faz mal aos outros, que homosexuais são cidadãos que podem viver uma vida respeitável, que devem ser respeitados etc. Sim, é verdade. Entenda que o que escrevo aqui não é uma crítica à pessoa homosexual, mas à prática da homossexualidade, e também não estou me baseando no modo como a sociedade aceita ou deve aceitar determinadas práticas. Quero deixar bem claro que não sou homofóbico, mas tais práticas sexuais a luz do dia é de envergonhar qualquer pessoa que tenha um mínimo de decência e é totalmente contrário á luz das escrituras sagradas.

É claro que a tendência na sociedade será cada vez mais de aceitação de diferentes inclinações sexuais, sob a alegação de se tratar de opção pessoal e não implicar em dano à sociedade como um todo. Até mesmo as leis tenderão a reconhecer uniões do mesmo sexo como válidas para preservar os direitos das pessoas envolvidas, como acontece em qualquer sociedade entre duas pessoas. Mas o foco aqui não é o que a sociedade aceita ou o que as leis também irão aceitar, o foco aqui é o que Deus diz em sua palavra sobre a prática da homosexualidae.

Verdadeiramente é lamentável ver o que Satanás faz com a imagem e semelhança de Deus. Homens e mulheres que se deixam levar pelas concupiscências da carne e se entregam as lascívias e orgias.

Diante de tudo isso, quero deixar aqui a minha opinião á luz da Bíblia sobre a prática da homosexualidade e não ao homosexual, pois os tais estão cegos espiritualmente e necessitando verdadeiramente do Salvador de suas almas, e esse Salvador chama-se Jesus.

At 3:19 "Arrependei-vos, pois, e convertei-vos, para que sejam apagados os vossos pecados, e venham, assim, os tempos do refrigério pela presença do Senhor."

Pv 28:13 "O que encobre as suas transgressões jamais prosperará; mas o que as confessa e deixa alcançará misericórdia."

Ricardo André

sábado, 29 de agosto de 2009

Carta aberta, de Eliane Sinhasique, para Renato Aragão, o Didi.

Quinta, 23 de maio de 2009.


Querido Didi,

Há alguns meses você vem me escrevendo pedindo uma doação mensal para enfrentar alguns problemas que comprometem o presente e o futuro de muitas crianças brasileiras. Eu não respondi aos seus apelos (apesar de ter gostado do lápis e das etiquetas com meu Nome para colar nas correspondências)...

Achei que as cartas não deveriam sem endereçadas a mim. Agora, novamente, você me escreve preocupado por eu não ter atendido as suas solicitações. Diante de sua insistência, me senti na obrigação de parar tudo e te escrever uma resposta.
Não foi por 'algum' motivo que não fiz a doação em dinheiro solicitada por você. São vários os motivos que me levam a não participar de sua campanha altruísta (se eu quisesse poderia escrever umas dez páginas sobre esses motivos). Você diz, em sua última Carta, que enquanto eu a estivesse lendo, uma criança estaria perdendo a chance de se desenvolver e aprender pela falta de investimentos em sua formação.

Didi, não tente me fazer sentir culpada.. Essa jogada publicitária eu conheço muito bem. Esse tipo de texto apelativo pode funcionar com muitas pessoas mas, comigo não. Eu não sou ministra da educação, não ordeno e nem priorizo as despesas das escolas e nem posso obrigar o filho do vizinho a freqüentar as salas de aula. A minha parte eu já venho fazendo desde os 11 anos quando comecei a trabalhar na roça para ajudar meus pais no sustento da minha família. Trabalhei muito e, te garanto, trabalho não Mata ninguém. Muito pelo contrário, faz bem! Estudei na escola da zona rural, fiz Supletivo, estudei à distância e muito antes de ser jornalista e publicitária eu já era uma micro empresária.

Didi, talvez você não tenha noção do quanto o Governo Federal tira do nosso suor para manter a saúde, a educação, a segurança e tudo o mais que o povo brasileiro precisa. Os impostos são muito altos! Sem falar dos Impostos embutidos em cada alimento, em cada produto ou serviço que preciso comprar para o sustento e sobrevivência da minha família.

Eu já pago pela educação duas vezes: pago pela educação na escola pública, através dos impostos, e na escola particular, mensalmente, porque a escola pública não atende com o ensino de qualidade que, acredito, meus dois filhos merecem. Não acho louvável recorrer à sociedade para resolver um problema que nem deveria existir pelo volume de dinheiro arrecadado em nome da educação e de tantos outros problemas sociais.

O que está acontecendo, meu caro Didi, é que os administradores, dessa dinheirama toda, não têm a educação como prioridade. Pois a educação tira a subserviência e esse fato, por si só não interessa aos políticos no poder. Por isso, o dinheiro está saindo pelo ralo, estão jogando fora, ou aplicando muito mal. Para você ter uma idéia, na minha cidade, cada alimentação de um presidiário custa para os cofres públicos R$ 3,82 (três reais e oitenta e dois centavos) enquanto que a merenda de uma criança na escola pública custa R$ 0,20 (vinte centavos)! O governo precisa rever suas prioridades, você não concorda? Você pode ajudar a mudar isso! Não acha?

Você diz em sua Carta que não dá para aceitar que um brasileiro se torne adulto sem compreender um texto simples ou conseguir fazer uma conta de matemática. Concordo com você. É por isso que sua Carta não deveria ser endereçada à minha pessoa. Deveria se endereçada ao Presidente da República. Ele é 'o cara'. Ele tem a chave do Cofre e a vontade política para aplicar os recursos. Eu e mais milhares de pessoas só colocamos o dinheiro lá para que ele faça o que for necessário para melhorar a qualidade de vida das pessoas do país, sem nenhum tipo de distinção ou discriminação. Mas, infelizmente, não é o que acontece...

No último parágrafo da sua Carta, mais uma vez, você joga a responsabilidade para cima de mim dizendo que as crianças precisam da 'minha' doação, que a 'minha' doação faz toda a diferença. Lamento discordar de você Didi. Com o valor da doação mínima, de R$ 15,00, eu posso comprar 12 quilos de arroz para alimentar minha família por um mês ou posso comprar pão para o café da manhã por 10 dias.

Didi, você pode até me chamar de muquirana, não me importo, mas R$ 15,00 eu não vou doar. Minha doação mensal já é muito grande. Se você não sabe, eu faço doações mensais de 27,5% de tudo o que ganho. Isso significa que o governo leva mais de um terço de tudo que eu recebo e posso te garantir que essa grana, se ficasse comigo, seria muito melhor aplicada na qualidade de vida da minha família.

Você sabia que para pagar os impostos eu tenho que dizer não para quase tudo que meus filhos querem ou precisam? Meu filho de 12 anos quer praticar tênis e eu não posso pagar as aulas que são caras demais para nosso padrão de vida. Você acha isso justo? Acredito que não. Você é um homem de bom senso e saberá entender os meus motivos para não colaborar com sua campanha pela educação brasileira.

Outra coisa Didi, mande uma Carta para o Presidente pedindo para ele selecionar melhor os ministros e professores das escolas públicas. Só escolher quem, de fato, tem vocação para ser ministro e para o ensino. Melhorar os salários, desses profissionais, também funciona para que eles tomem gosto pela profissão e vistam, de fato, a camisa da educação. Peça para ele, também, fazer escolas de horário integral, escolas em que as crianças possam além de ler, escrever e fazer contas possa desenvolver dons artísticos, esportivos e habilidades profissionais. Dinheiro para isso tem sim! Diga para ele priorizar a educação e utilizar melhor os recursos.

Bem, você assina suas cartas com o pomposo título de Embaixador Especial do Unicef para Crianças Brasileiras e eu vou me despedindo assinando... Eliane Sinhasique - Mantenedora Principal dos Dois Filhos que Pari.

P.S.: Não me mande outra carta pedindo dinheiro. Se você mandar, serei obrigada a ser mal-educada: vou rasgá-la antes de abrir.

PS2: Aos otários que doaram para o criança esperança. Fiquem sabendo, as organizações Globo entregam todo o dinheiro arrecadado à UNICEF e recebem um recibo do valor para dedução do seu imposto de renda. Para vocês a Rede Globo anuncia: essa doação não poderá ser deduzida do seu imposto de renda, porque é ela quem o faz.

PS3: E O DINHEIRO DA CPMF QUE PAGAMOS DURANTE 11(ONZE) ANOS?
MELHOROU ALGUMA COISA NA EDUCAÇÃO E NA SAÚDE DURANTE ESSES ANOS?

Eliane Sinhasique.

domingo, 23 de agosto de 2009

Numerologia

Você sabia que a data do seu nascimento e o número da sua residência têm grande influência sobre os acontecimentos que cercam a sua vida? E que o seu futuro pode ser influenciado pelos números? Pois é justamente assim que crêem os seguidores da numerologia, conhecidos como numerólogos. As perguntas que nos vêm à mente são: “O que significam os números? Para que servem? Podem, afinal, influenciar as nossas vidas?”.

Os estudiosos, desde épocas remotas, vêm atribuindo aos números valores filosóficos e religiosos. Através dos números e dos séculos, pensadores e místicos têm expressado seus ideais e conceitos. Na Bíblia, muitas vezes os números aparecem como símbolos, mas não podemos dizer que todos os números nas Escrituras são simbólicos. O costume de atribuir algum significado aos números vem do Oriente.

De acordo com o livro “Dicionário de religiões, crenças e ocultismo”, a numerologia é um “sistema ocultista que atribui valores específicos e significados aos números para se determinar o futuro ou conhecer os mistérios do universo físico”.

A origem da numerologia

É longo o caminho que a numerologia percorre, tanto na filosofia como no ocultismo. Suas origens apontam para Pitágoras como sendo o pai dessa atividade. E Platão a incrementou com seus conceitos universais. “O fato de que a natureza (os minerais, a flora, a fauna...) se apresenta ao homem com certa regularidade, simetria ou harmonia, fez que desde remotas épocas os homens tendessem a ver nos números o elemento básico ou o fundamento de toda a realidade: 'Os números são os princípios das coisas', dizia Pitágoras; por conseguinte as leis dos números seriam as leis do universo”.

Devido à harmoniosa sucessão do dia e da noite, das quatro fases da lua, dos sete dias da semana, das quatro estações do ano, da simetria das partes e dos membros do corpo humano, e também da seqüência dos anos, o homem foi conduzido à simbologia e à mística dos números.

O que na verdade Pitágoras fez foi relacionar a realidade aos números. Assim, podemos dizer, em primeiro lugar, que os números têm a chave para a explicação da realidade e, em segundo, que eles são a própria essência da realidade. Como dissemos anteriormente, Platão tomou as lições básicas de Pitágoras identificando seu sistema de idéias e conceitos relacionado aos números. “Ele trabalhou com os conceitos de limitado, não-limitado, determinado, não-determinado. Platão era matemático e, naturalmente, deixava-se atrair por uma teoria que se relaciona à própria realidade”.

A numerologia à luz da Bíblia

Reconhecemos que certos números na Bíblia possuem significado especial, mas isso não quer dizer que devemos exagerar a respeito. O caso dos 153 peixes de João 21.11 vem sendo explorado por toda a história da Igreja. Outro exemplo de controvérsias e especulações são as setenta semanas de Daniel (Dn 9.25-27), bem como a frase “um dia para o Senhor é como mil anos” (Sl 90.4). É uma atitude totalmente sem nexo impor uma interpretação simbólica a estes números.

Sempre houve muitas especulações em torno dos números na Bíblia. Ao que tudo indica, o único número da Bíblia que de fato pode receber interpretação simbólica é o 666: “Aqui há sabedoria. Aquele que tem entendimento, calcule o número da besta; porque é o número de um homem, e o seu número é seiscentos e sessenta e seis” (Ap 13.18).
Seja qual for a maneira usada pelo homem para praticar a adivinhação é abominação diante de Deus como diz Dt 18.10-12.

O castigo para o praticante da adivinhação, conforme rezava a lei, era a morte: “Quando, pois, algum homem ou mulher em si tiver um espírito de necromancia ou espírito de adivinhação, certamente morrerá, serão apedrejados; o seu sangue será sobre eles” (Lv 20.27).

O povo de Israel praticava adivinhações e foi duramente advertido pelo profeta Isaías: “Quando, pois, vos disserem: Consultai os que têm espíritos familiares e os adivinhos, que chilreiam e murmuram: Porventura não consultará o povo a seu Deus? A favor dos vivos consultar-se-á aos mortos?” (Is 8.19).

No Novo Testamento, encontramos o caso de uma jovem que tinha um espírito de adivinhação. Tal espírito, no entanto, foi expulso pelo apóstolo Paulo. O registro desse acontecimento encontra-se em Atos 16.16-18.
Claro está que a prática de adivinhação é terminantemente condenada por Deus!

Vivemos diariamente com pessoas que crêem em adivinhações. Para que suas vidas sejam transformadas, precisamos mostrar-lhes a verdade da Palavra de Deus. Somente assim poderemos convencê-las de seus erros.

Danilo Raphael

domingo, 16 de agosto de 2009

Porque não creio na astrologia

Esta semana fiquei surpreso com a pergunta de um colega, sabendo ele que sou Cristão. Qual o teu signo? Perguntou ele. Olhei meio sem graça, e sem acreditar na pergunta tratei-a sem apreço.


Porém me senti na obrigação de responder o "Porque não creio na astrologia."

A finalidade de Deus, ao criar os astros e as estrelas, era iluminar a terra e determinar o andamento regular do tempo. (Gn 1.14-19) De modo algum, sua pretensão foi, por meio desses astros, controlar o temperamento ou o destino do homem sobre a terra. Esta concepção não é real e muito menos bíblica. É querer usar as estrelas e os astros para um fim para o qual não foram criados. O resultado só pode ser um grande engano.

Os astrólogos sim, têm influenciado a atitude dos homens, levando-os a confiar mais em supostas previsões, baseadas nos astros, do que no exercício do seu livre-arbítrio diante de um Deus pessoal que exige deles uma resposta. As estrelas não têm nada a ver com isso. Os que pensam estar sendo manipulados pelo Sol, pela Lua e pelas estrelas, na verdade, estão sendo manipulados pelos astrólogos.

A astrologia tem sido um sistema de arte divinatória que tem influenciado a conduta da humanidade por milênios. Mas nem sua antiguidade nem sua popularidade podem torná-la veraz. Não há respostas satisfatórias para muitas perguntas concretas sobre este assunto. Há muitos motivos pelos quais não podemos crer na astrologia. Se a sua popularidade puder comprovar alguma coisa, então existem muitos outros absurdos que deveremos aceitar como verdade.

Por que não creio na astrologia?


1º - Porque as estrelas que vemos nos céus podem deixar de existir.

As distâncias no espaço sideral são muito maiores do que podemos imaginar. São tão grandes que são medidas por uma unidade de distância chamada ano-luz, que equivale à distância percorrida pela luz no período de um ano. Se levarmos em conta que a velocidade da luz é de 300.000 km por segundo, em um ano a distância percorrida por ela seria de aproximadamente 9.000¹² km.
Quando imaginamos que depois do Sol a estrela mais próxima da terra se encontra há muitos anos-luz de distância, concluímos que na verdade a luz da estrela que estamos contemplando é uma luz emitida por ela há muitos anos. É complicado acreditar que esta distância permita qualquer influência dos corpos celestes sobre nós. Cálculo algum pode tornar coerente alguma influência deles sobre nossas vidas. Além disso, é possível que tal luz possa ser o reluzir de uma estrela que já nem existe mais!

2º - Porque não existe uma razão lógica para que a nossa vida e temperamento sejam influenciados pelos astros.

Que os astrólogos nos expliquem porque as posições dos astros influenciam nosso ser e destino. Que nos expliquem qual é a interação existente entre a massa e o movimento desses corpos celestes com o nosso modo de ser e com os acontecimentos de nossas vidas. É uma energia? É uma força física, espiritual? Os astros são deuses? Como podem atingir o nosso cérebro?
Não existem explicações plausíveis e razoáveis para todas estas indagações. Os próprios astrólogos desconhecem estes porquês e as pessoas que consultam horóscopos nem sempre se preocupam em perguntar. Talvez com medo de descobrir que suas crenças não têm fundamentos, elas preferem fazer de conta que as estrelas falam, enquanto os astrólogos fazem de conta que as ouvem.

3º - Porque pessoas nascidas no mesmo dia e horário têm temperamentos e destinos diferentes.

Esaú e Jacó é um caso bíblico e típico de gêmeos que tiveram temperamentos e destinos completamente distintos. Segundo os ensinamentos apregoados pela astrologia, suas vidas teriam de ser ao menos muito mais semelhantes do que foram. De fato, se existe uma prova bíblica da futilidade das afirmações astrológicas, esta prova é a vida destes dois irmãos.
Em primeiro plano, seus temperamentos eram evidentemente distintos, para não dizer opostos: “E cresceram os meninos, e Esaú foi homem perito na caça, homem do campo; mas Jacó era homem simples, habitando em tendas” (Gn 25.27). Percebemos logo em Jacó um comportamento mais brando, caseiro, sedentário. No caso de Esaú, porém, ele é enérgico, aventureiro. Mais tarde, iria viver de ataques contra as caravanas no deserto (Gn 27.39,40).
Em segundo plano, vemos atitudes diferentes dos dois irmãos, as quais vão determinar destinos diferentes. Enquanto Esaú não mostrou qualquer interesse por aquilo que era seu de direito (Gn 25.32), Jacó fez de tudo para conseguir, inclusive enganar seu pai (Gn 27.6-29). O Novo Testamento mostra claramente que o coração de Esaú era bem diferente do de Jacó (Hb 12.16,17).
E, por fim, eles tiveram destinos bem diferentes, que não foi determinado de forma alguma pelo dia ou ano de seu nascimento, visto serem praticamente idênticos. Suas vidas foram um resultado de suas decisões e da ação de Deus nelas. Foram as bênçãos de Deus ou a ausência das mesmas que causaram os respectivos resultados. Nada no espaço interferiu nas vidas de Esaú e Jacó e em seus destinos.

4º - Porque a nossa vida é determinada por nossas escolhas e não pela impessoalidade dos astros.

“Os céus e a terra tomo hoje por testemunhas contra vós, de que te tenho proposto a vida e a morte, a bênção e a maldição; escolhe pois a vida, para que vivas, tu e a tua descendência.” Dt 30.19

Se quiserdes, e obedecerdes, comereis o bem desta terra” Is 1.19

“Manteiga e mel comerá, quando ele souber rejeitar o mal e escolher o bem” (Is 7.15)

“E o Espírito e a esposa dizem: Vem. E quem ouve, diga: Vem. E quem tem sede, venha; e quem quiser, tome de graça da água da vida” (Ap 22.17)

O livre-arbítrio foi o grande presente de Deus ao homem, que o tem tornado distinto das demais criaturas. O homem tem a possibilidade de refletir sobre sua situação e, mediante sua razão, tomar decisões. Seu destino é a colheita de sua própria semeadura (Os 8.7; Gl 6.7,8) e não a conseqüência cega do dia, mês e ano em que nasceu. O futuro do ser humano não pode ficar atrelado às estrelas. Isto não seria justo. Só pode ficar atrelado às suas próprias decisões nesta vida. Não é nada consolador dizer a alguém que sofre por causa de uma tragédia que isto era inevitável porque já estava determinado em seu nascimento. Não se pode negar que se as proposições da astrologia forem levada a sério o homem é um mero escravo de um determinismo planetário. Seu destino e ser estão escritos nas estrelas.

5º - Porque o sustentáculo da astrologia é o comércio, não a verdade

“Porque o amor ao dinheiro é a raiz de toda a espécie de males”, escreveu o apóstolo Paulo ao seu discípulo Timóteo (1Tm 6.10). E, na verdade, muitos tipos de erros e enganos são sustentados pelo mercado, independente de sua veracidade. As máquinas de propaganda constantemente fazem as pessoas comprarem um produto que não precisam por um preço que não podem pagar. Esta é a sua missão.
Com a astrologia não é diferente. Sua popularidade não é proporcional à sua utilidade ou veracidade, mas à publicidade que a promove e ao lucro que resulta disso. A ajuda que ela oferece às pessoas, seja psicológica ou real, é “zero”. As bases para suas afirmações são excessivamente frágeis. As pessoas que lêem e consultam horóscopos e astrólogos dificilmente encontram apoio sólido para suas decisões.

6º - Porque as afirmações da astrologia são arbitrárias.

As leis astronômicas foram descobertas pelos astrônomos. As leis astrológicas foram inventadas pelos astrólogos. Não existem lógicas em suas deduções. Não existem princípios que possam ser extraídos e aplicados infalivelmente em qualquer tempo e lugar. Tudo o que é dito a respeito de uma interpretação astrológica é dito arbitrariamente, segundo a criatividade e opinião do astrólogo. O significado dos astros não é extraído por algum processo lógico, mas, sim, atribuído pelos astrólogos conforme a “fertilidade” de sua imaginação.

7º - Porque a astrologia está ligada ao paganismo

Os nomes dos planetas: Vênus, Marte, Saturno, Plutão, não foram escolhidos por acaso. Eram os nomes dos deuses do panteão greco-romano. Todavia, mais do que nomes, os gregos e os romanos consideravam os astros como deuses. Vemos esta associação com a explicação fornecida por uma astróloga referente ao planeta Marte: “Do que a astrologia é capaz, afinal? Segundo Celisa Beranger, a astrologia é um saber simbólico: faz associações entre movimentos celestes e eventos terrestres, e as interpreta como quer. Um exemplo: ‘Qual é o significado quando Marte se aproxima da Terra?’. Ele tem um significado: Marte é o deus da guerra. A sua analogia é de beligerância ou de belicosidade, explica Celisa”.
Gostaríamos de uma resposta para a seguinte questão: Marte é o deus da guerra? Em qual crença? Cristã? Muçulmana? Ou pagã? Existe, de fato, o deus da guerra? E o que ele tem a ver com o planeta que leva o seu nome? Esta associação não tem sentido nenhum. Vejamos bem: o que temos aqui é um deus inexistente (imaginário), que empresta seu nome para um corpo celeste que, por causa desse empréstimo, passa a exercer a influência segundo a característica do deus inexistente. Pagananismo e astrologia andam de mãos dadas.

8º - Porque a astrologia está ligada à magia.

“Caso de um acaso bem marcado em cartas de tarô. Meu amor, o nosso amor estava escrito nas estrelas, tava sim...”. Era a música de Têtê Espíndola, uma cantora pop da década de 80. É fácil perceber o quanto a astrologia está próxima de outros tipos de magia e ocultismo. O perfil do astrólogo não se harmoniza, em ponto algum, com o do pesquisador, do astrônomo ou do cientista. Ele não é um pensador, nem um filósofo. Na verdade, é um “vidente”, um tarólogo, um bruxo, um quiromante, ou algo parecido. Quem lida com astrologia lida com os poderes do oculto e não com as evidências da ciência ou da sabedoria. Negar isto é tolice.
Por mais que os astrólogos queiram incluir cálculos matemáticos e astronômicos em suas “previsões”, isto não os redime. Na verdade, os resultados de suas análises têm mais a ver com a mediunidade do que com a precisão científica. Longe de ser uma ciência exata, a astrologia não passa de uma arte de adivinhação tão condenada pela Bíblia como as demais.

9º - Porque a Bíblia condena todo tipo de adivinhação e ocultismo.

A astrologia, em sua forma tradicional, é um método de adivinhação baseado na teoria de que as posições e movimentos dos corpos celestes (estrelas, planetas, Sol e Lua), no momento do nascimento, influenciam profundamente a vida da pessoa. Na sua forma psicológica, a astrologia é um tipo de terapia da Nova Era, usada para a autocompreensão e análise da personalidade.
Tem sido a porta de entrada mais comum para outros tipos de ocultismo. Embora em sua comercialização assuma, muitas vezes, um caráter inocente, quase como que de uma brincadeira popular, quando, porém, proferida e utilizada por verdadeiros astrólogos, torna-se tão nociva espiritualmente quanto as outras formas de adivinhação.
Quem deseja, pois, se afastar de todo tipo de práticas proibidas deve também se afastar da astrologia, ainda que apresente aparência de inocência. “Quando entrares na terra que o SENHOR teu Deus te der, não aprenderás a fazer conforme as abominações daquelas nações. Entre ti não se achará quem faça passar pelo fogo a seu filho ou a sua filha, nem adivinhador, nem prognosticador, nem agoureiro, nem feiticeiro; nem encantador, nem quem consulte a um espírito adivinhador, nem mágico, nem quem consulte os mortos; pois todo aquele que faz tal coisa é abominação ao SENHOR; e por estas abominações o SENHOR teu Deus os lança fora de diante de ti”
(Dt 18.9-12).

10º - Porque eu entreguei minha vida a Jesus e Ele é o Senhor das minhas atitudes, do meu presente e do meu futuro.

A experiência cristã de conversão e novo nascimento põe fim completo à crença na astrologia. Para alguém que passou a viver sob o senhorio de Jesus Cristo, não existe lugar para a noção de que o movimento dos astros no céu seja responsável por qualquer coisa em sua vida, seja seu jeito de ser e pensar, seja seu futuro.
A vida cristã é concebida em termos do caráter de Cristo. “Já estou crucificado com Cristo; e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim” (Gl 2.20). Somos transformados pelo Espírito Santo (2Co 3.18) para nos tornarmos semelhantes a Cristo (Rm 8.29). Antes disso, está escrito que éramos controlados por nossa carne, pensamento e, também, por Satanás (Ef 2.2,3). Não podemos aceitar a “forma” deste mundo (Rm 12.2), e isto inclui rejeitar a crença na astrologia como fator determinante de nossa personalidade.

Não posso aceitar nada na astrologia.

Nem seus conceitos, suas explicações, suas reivindicações. Não há nada escrito nas estrelas sobre o destino individual de ninguém. Os astros definitivamente não predizem o futuro. Definitivamente também não influenciam o comportamento humano. Se quiserem, as pessoas podem mudar esses fatos ou continuar apegando-se a crendices supersticiosas. Mas não podem ter uma confiança verdadeira em Deus e nos astros ao mesmo tempo.
Se há algo para o homem entender quando olha para as estrelas, com certeza não é seu temperamento nem seu futuro. Mas pode olhar para o céu e reconhecer um pouco da glória e do poder de Deus: “Os céus declaram a glória de Deus e o firmamento anuncia a obra das suas mãos” (Sl 19.1). “Porquanto o que de Deus se pode conhecer neles se manifesta, porque Deus lho manifestou. Porque as suas coisas invisíveis, desde a criação do mundo, tanto o seu eterno poder, como a sua divindade, se entendem, e claramente se vêem pelas coisas que estão criadas” (Rm 1.19,20).

Glórias a Deus que é sobre todas as coisas!

O desafio de seguir a Cristo

Vida Cristã não é uma filosofia. É andar com Jesus. É seguir a Jesus.
Quem segue não escolhe a direção a ser tomada.
Jesus não dispensa seus seguidores. Ele nos ouve, nos perdoa e nos aceita,o problema é que muitos seguidores desistem.


Até onde você está disposto a seguir a Cristo ?

Estágios : Conversão (encontro,libertação do Egito, primeiro amor).


Bençãos
Os israelitas se enriqueceram com ouro e prata (Ex.12:35)
Nesse ponto, Miriã dançou e cantou. Seguir a Cristo no momento da benção é muito fácil.

Deserto
Provação, renúncia, benção sob medida(maná)Tempo de vencer ao diabo e vencer a si mesmo. Nesse ponto, Miriã se rebelou contra Moisés.

Seu motivo para seguir Jesus será testado : Pão terreno ou pão celestial ?
Você seguiria a Jesus sem bençãos ? Pode parecer absurdo. (O jovem rico)
Ofensa - (Mat.13:20-21) O convertido não contava com tribulações. (Evangelho da Prosperidade).
Nossa visão é o nosso bem-estar, conforto e felicidade. É o ter. Focalizamos o que é passageiro. A visão de Deus é sobretudo, a formação do caráter cristão em nós. É o ser. Focaliza o eterno.
A maior experiência do cego de Jericó não foi enxergar, mas encontrar Jesus.
Quem segue Jesus quer ir para onde ele vai. Jesus vai para junto do Pai. Vai para o céu, mas no caminho existe uma cruz. Você ainda quer segui-lo ?
Queremos reinar com Cristo, mas será que queremos beber o cálice que ele bebeu?
(Mc.10:35-40)
Quem perder a sua vida por amor de Cristo acha-la-á. (Mt.16:25). Os discípulos enfrentaram até mesmo a morte física.
O último estágio : a Canaã celestial para quem seguir a Cristo até o fim.
Miriã não entrou em Canaã. Ali não haverá provações. Apc.21:1-5.

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Os deveres do líder Cristão

O líder cristão é uma pessoa chamada para atender às necessidades da obra de Deus.














I. Sua responsabilidade é:
1- Liderar
2- Orar para Deus prosperar
3- Usar autoridade
4- Proceder com:
4.1- Prudência
4.2- Sabedoria
4.3- Amor

II. Ser um exemplo de:
2.1- Comportamento
2.2- Pontualidade
2.3- Perseverança
2.4- Fé
2.5- Apresentação
2.6- Coragem

III. Saber Conduzir:
3.1- Um Culto
3.2- Um trabalho
3.3- Os novos crentes
3.4- Exortar os irmãos ao trabalho e freqüência

IV. Promover:
4.1- Festividades
4.2- Avivamentos
4.3- Campanhas
4.4- Fraternidade

V. Distribuir:
5.1- Trabalhos
5.2- Responsabilidades
5.3- Tarefas
5.4- Fiscalizar

VI. O líder deve:
6.1- Ser fervoroso
6.2- Colher experiência
6.3- Aperfeiçoar seu trabalho
6.4- Estar preparado para tudo na obra
6.5- Observar aptidão e dons dos irmãos
6.6- Consagrar sua vida
6.7- Levar o povo à consagração
6.8- Ler e estudar a palavra
6.9- Preparar-se para cada trabalho
6.10- Cuidar do patrimônio da Igreja
6.10.1- Lâmpadas
6.10.2- Pintura
6.10.3- Limpeza
6.10.4- Rachaduras
6.10.5- Goteiras
6.10.6- etc.

VII. Visitar os:
7.1- Novos Crentes
7.2- Ausentes
7.3- Enfermos
7.4- Atribulados
7.5- Feridos
7.6- Envenenados pelas heresias
7.7- Embaraçados

VIII. Cuidar de debelar o mais rápido possível, toda:
8.1- Rebeldia
8.2- Fofoca
8.3- Libertinagem
8.4- Heresias
8.5- Desordem
8.6- Discussão
8.7- Contenda

IX. O líder não deve:
9.1- Abraçar precipitadamente as idéias e sugestões
9.2- Temer seus liderados
9.3- Expor o escândalo
9.4- Tomar partido
9.5- Defender por interesse
9.6- Permitir suspeitas
9.7- Fazer dívidas sem autorização do presidente
9.8- Deixar para outrem a responsabilidade de ajuda financeira
9.9- Fazer dívidas sem te a certeza de que poderá saúdá-las
9.9- Deixar de observar e fiscalizar os trabalhos dos seus obreiros

X. É necessário o líder fazer reuniões periódicas para:
10.1- Ouvir
10.2- Traçar trabalhos
10.3- Pedir sugestões
10.4- Avaliar seu trabalho

XI. O líder deve cooperar com seu superior:
11.1- Concordando
11.2- Apoiando
11.3- Esforçando-se
11.4- Apresentando sugestões
11.5- Defendendo
11.6- Amando
11.7- Honrando

XII. O líder deve:
12.1- Honrar os irmãos
12.2- Respeitar as irmãs
12.3- Dar assistência a sua família
12.4- Exercer influência no seu lar

Fonte: Manoel Paulino

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Tipos de sermões que atrapalham o culto

Apenas para ilustrar, vamos fazer uma rápida classificação dos sermões que mais atrapalham o culto. Se você freqüenta igreja há vários anos, é provável que já se tenha encontrado com alguns desses sermões mais de uma vez. A seguir, descrevem-se os tipos de sermão que atrapalham o culto.

1) O SERMÃO SEDATIVO – É aquele que parece anestesia geral. Mal o pregador começou a falar e a congregação já está quase roncando. Caracteriza-se pelo tom de voz monótono, arrastado, e pelo linguajar pesado, típico do começo do século, com expressões arcaicas e carregadas de chavões deste tipo: "Prezados irmãos, estamos chegando aos derradeiros meandros desta senda", Porque não dizer: "Irmãos, estamos chegando às últimas curvas do caminho"? Seria tão mais fácil de entender. Ficar acordado num sermão desse tipo é quase uma prova de resistência física. Como dizia Spurgeon: "Há colegas de ministério que pregam de modo intolerável: ou nos provocam raiva ou nos dão sono. Nenhum anestésico pode igualar-se a alguns discursos nas propriedades soníferas. Nenhum ser humano que não seja dotado de infinita paciência poderia suportar ouvi-los, e bem faz a natureza em libertá-lo por meio do sono".

2) O SERMÃO INSÍPIDO – Esse sermão pode até ter uma linguagem mais moderna e um tom de voz melhor, mas não tem gosto e é duro de engolir. As idéias são pálidas, sem nenhum brilho que as torne interessantes. Muitas vezes é um sermão sobre temas profundos, porém sem o sabor de uma aplicação contemporânea, ou sem o bom gosto de uma ilustração. É como se fosse comida sem sal. É como pregar sobre as profecias de Apocalipse, por exemplo, sem mostrar a importância disso para a vida prática. O pregador não tem o direito de apresentar uma mensagem insípida, porque a Bíblia não é insípida. O pregador tem o dever de explorar as belezas da Bíblia, selecioná-las, pois são tantas, e esbanjá-las perante a congregação.

3) O SERMÃO ÓBVIO – É aquele sermão que diz apenas o que todo mundo já sabe e está cansado de ouvir. O ouvinte é quase capaz de "adivinhar" o final de cada frase de tanto que já ouviu. É como ficar dizendo que roubar é pecado ou que quem se perder não vai se salvar (é óbvio). Isso é uma verdade, mas tudo o que se fala no púlpito é verdade. Com raras exceções, ninguém diz inverdades no púlpito. O que falta é apenas revestir essa verdade de um interesse presente e imediato.

4) O SERMÃO INDISCRETO – É aquele que fala de coisas apropriadas para qualquer ambiente menos para uma igreja, onde as pessoas estão famintas do pão da vida. Às vezes, o assunto é impróprio até para outros ambientes. Certa ocasião ouvi um pregador descrever o pecado de Davi com Bate-Seba com tantos detalhes que quase criou um clima erótico na congregação. Noutra ocasião, uma senhora que costumava visitar a igreja confessou-me que perdeu o interesse porque ouviu um sermão em que noventa por cento do assunto girava em torno dos casos de prostituição da Bíblia, descritos com detalhes. E acrescentou: "Achei repugnante. Se eu quiser ouvir sobre prostituição, ligo a TV". De outra vez, um amigo me contou de um sermão que o fez sair traumatizado da igreja, pois o pregador gastou metade do tempo relatando as cenas horrorosas de um caso de estupro. Por favor, pregadores: o púlpito não é para isso. Para esse tipo de matéria existem os noticiários policiais.

5) O SERMÃO REPORTAGEM – É aquele que fala de tudo, menos da Bíblia. Inspira-se nas notícias de jornais, manchetes de revistas e reportagens da televisão. Parece uma compilação das notícias de maior impacto da semana. É um sermão totalmente desprovido do poder do Espírito Santo e da beleza de Jesus Cristo. É uma tentativa de aproveitar o interesse despertado pela mídia para substituir a falta de estudo da Palavra de Deus. Notícias podem ser usadas esporadicamente para rápidas ilustrações, nunca como base de um sermão.

6) O SERMÃO DE MARKETING – É aquele usado para promover e divulgar os projetos da igreja ou as atividades dos diversos departamentos. Usar o púlpito, por exemplo, para promover congressos, divulgar literatura, prestar relatórios financeiros ou estatísticos, ou fazer campanhas para angariar fundos, seja qual for a finalidade, destrói o verdadeiro espírito da adoração e, portanto, atrapalha o culto. A Igreja precisa de marketing, e deve haver um espaço para isso, mas nunca no púlpito. Isso deve ser feito preferivelmente em reuniões administrativas.

7) O SERMÃO METRALHADORA – É usado para disparar, machucar e ferir. Às vezes a crítica é contra um grupo com idéias opostas, contra administradores da igreja, contra uma pessoa pecadora ou rival ou mesmo contra toda a congregação. Seja qual for o destino, o púlpito não é uma arma para disparar contra ninguém. Às vezes o pregador não tem a coragem cristã de ir pessoalmente falar com um membro faltoso e se protege atrás de um microfone, onde ninguém vai refutá-lo, e dispara contra uma única pessoa, sob o pretexto de "chamar o pecado pelo nome". Resultado: a pessoa fica ferida, todas as outras, famintas, e o sermão não ajuda em nada.

Às vezes o disparo é contra um grupo de adultos ou de jovens supostamente em pecado. Não é essa a maneira de ajudá-los. Convém ressaltar que chamar o pecado pelo nome não é chamar o pecador pelo nome. Chamar o pecado pelo nome significa orar com o pecador e se preciso chorar com ele na luta pela vitória. A congregação passa a semana machucando-se nas batalhas de um mundo pecaminoso e de uma vida difícil e chega ao culto precisando de remédio para as feridas espirituais, não de condenação por estar ferida. Em vez de chumbá-la com uma lista de reprovações e obrigações, o pregador tem o dever santo de oferecer o bálsamo de Gileade, o perdão de Cristo como esperança de restauração. As obrigações, todo mundo conhece. Nenhum cristão desconhece os deveres do evangelho. Em vez de apenas dizer que o cristão tem de ser honesto, por exemplo, mostre-lhe como ser honesto pelo poder de Cristo. Isso é pregação com poder.

Todos esses sermões mencionados acima atrapalham o culto mais do que ajudam. Prejudicam o adorador, prejudicam a adoração. São vazios de poder. Se você quer ser um pregador de poder, busque a Deus, gaste dezenas de horas no estudo da Bíblia antes de pregá-la, experimente o perdão de Cristo e estude os recursos da comunicação que ajudam a chegar ao coração das pessoas.

Fonte: Robson Moura Marinho

domingo, 2 de agosto de 2009

Michael Jackson gospel



Acompanhando o BLOG DO PR. ALTAIR GERMANO tive o desprazer de ver essa coisa dantesca em mais um "SHOW EVANGÉLICO" proporcionado por crentes meninos na fé.

A primeira vista é engraçado, ver um homem sem nenhum senso de ridículo fazendo estripulias e totalmente desconjuntado, servindo de chacota e piada para os que o vêem. Mas não é de se admirar que hoje em dia em alguns cultos "SHOWS" organizados por pastores de bodes, que estão mais preocupados em encher o bolso e lixar-se para a verdadeira mensagem da salvação, que homens como esse que se diz cantor evangélico escarneçam o que a palavra de Deus diz em I cor 14 no que se diz respeito à ordem no culto. No final do versículo 26 a Bíblia diz “Faça-se tudo para edificação”. Pergunto: Que edificação espiritual esse rapaz cheio de momice no palco ou no púlpito traz para aquele que está realmente necessitando de uma palavra de consolo com a alma cheia de amargura e tristeza? Alguém pode até dizer “Mas irmão, ele está trazendo um pouco de alegria”. Respondo eu, Jó Cap.20.5 diz“o júbilo dos ímpios é breve, e a alegria dos hipócritas, apenas de um momento”.

O que me choca ainda mais, é ver os pastores e obreiros sentados atrás do conspícuo, aplaudindo e deleitando-se nessa verdadeira palhaçada. Onde fica a palavra que salva; que traz o pecador ao arrependimento; que liberta; que cura; que batiza com o Espírito Santo e leva para morar no céu? Choca ver crentes cantando e alegrando-se com fervor como se estivesse em um show de chiclete com banana ou Ivete Sangalo, ou até mesmo no "Forró da Véia"(casa de forró muito conhecida em desterro - Abreu e lima-PE) Tenho asco em ver tal coisa. Virou bagunça.

Eh... Amados, falando de meninice em cima dos púlpitos e nas cruzadas, não me surpreendo mais com nada. Do nada aparece um homem com trejeitos de cantor pop internacional nas igrejas e nas cruzadas, dizendo-se cantor gospel, simplesmente para vender seu CD, e empurra goela abaixo uma mensagem evangélica misturada com mundanismo e trazendo para dentro da casa do Senhor uma verdadeira desordem, e pasmem, autorizada e aprovada por ministros do evangelho. RS RS RS faz-me rir.

Pode me chamar do que quiser, mas o verdadeiro evangelho que eu aceitei e aprendi, está muito longe disso. Evangelho é seriedade; perdão de pecados e salvação de almas. Quando vejo esse tipo de escárnio em cima do púlpito, lembro-me do que o apóstolo Paulo disse em I Tm 4.1,2,7-9.” Mas o Espírito expressamente diz que, nos últimos tempos, apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores e a doutrinas de demônios, pela hipocrisia de homens que falam mentiras, tendo cauterizada a sua própria consciência.” E ainda diz em II Tm 3.1-5 “Sabe, porém, isto: que nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos; porque haverá homens amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a pais e mães, ingratos, profanos, sem afeto natural, irreconciliáveis, caluniadores, incontinentes, cruéis, sem amor para com os bons, traidores, obstinados, orgulhosos, mais amigos dos deleites do que amigos de Deus, tendo aparência de piedade, mas negando a eficácia dela. Destes afasta-te.”

Que o Senhor Jesus abra a visão espiritual e dê entendimento ao seu povo para que não sejam destruídos por falta de conhecimento.

Deus nos abençoe!

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Você anda desanimado?

Num museu norte-americano existe uma picareta corroída e velha que pertenceu a um pesquisador de ouro. Ele tinha chegado à conclusão de que em certo lugar havia um filão de ouro. Durante anos trabalhou sem descanso para localizar o tesouro escondido.

Finalmente, desanimado, atirou a picareta que se enterrou no solo e comentou: "Este é o fim", e abandonou o trabalho. Passados anos descobriu-se um filão de ouro a quatro metros da picareta abandonada. Entretanto, o explorador morrera e a picareta jazia quase desfeita. Tivesse combatido o desânimo, seria rico.

O desalento não é apenas fruto da nossa época. Há muitos séculos o rei Davi sentiu-o, mas soube vencê-lo: "Por que estás abatida, ó minha alma, e por que te perturbas em mim? Espera em Deus, pois ainda o louvarei, na salvação da sua presença" ( Sl 42.5 ). Os seus inimigos diziam-lhe constantemente: Onde está o seu Deus? Quando começou a olhar para o alto, alcançou a paz de Deus para a sua alma perturbada.

Se Davi encontrou ajuda, também nós no século XX a podemos encontrar. Deus tem um plano para você. A Bíblia nos afirma que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus. Quando você atravessar águas profundas na vida espiritual, em busca da vontade de Deus, lembre-se de que as estrelas só brilham de noite. Às escuras é que se aprecia a sua beleza. Saiba como vencer o desânimo, num processo de intimidade com Cristo Jesus.

Eu sou pobre e necessitado; mas o Senhor cuida de mim: tu és o meu auxilio e o meu libertador; não te detenhas, ó meu Deus. Sl 40.17

Não desanime, Deus tem cuidado de você.

Deus te abençoe!

Escravos das superstições.

Dia 13, sexta-feira, agosto. Um gato preto poderá aparecer no telhado de sua casa; a coruja branca poderá lançar seu grito de morte; os mortos poderão sair de suas sepulturas e caminhar pelas ruas de sua cidade. É hora de consultar os horóscopos, quebrar as maldições, ouvir os tarôs e, principalmente, não de casa.

Sorte ou azar, bênção ou maldição?

Certas crendices e superstições são barreiras que impedem as pessoas de conhecerem as Escrituras e o poder de Deus. Por não estarem com suas vidas no Altar, colocam sua confiança em objetos ou na adoção de determinadas atitudes pessoais, que, acreditam, podem trazer bênção ou maldição:

Gato preto é agourento; usar uma figa produz bênçãos; passar por baixo de escada traz maldição; usar determinada camisa, sapato ou meia, em determinada ocasião, dá sorte; sapato virado ou camisa pelo avesso causa coisa ruim; entrar com o pé direito em qualquer lugar garante o sucesso; o uso de pirâmides produz energia positiva; sair pela mesma porta que entrou consegue-se bons resultados; cruzar os dedos e bater na madeira isola o fracasso; passar por cima de pessoas deitadas causa morte; sexta-feira, dia 13, é dia de maldição para uns, e de bênçãos para outros; uso de sal grosso afasta a malignidade; fitinha amarrada no braço dá sorte; reza de benzedeira cura quebranto de criança; consultar diariamente o horóscopo ajuda a tomar atitudes corretas; consultar regularmente os tarôs e as cartomantes garante o sucesso na vida; as velas iluminam as almas que estão nas trevas; em casa defumada o diabo não entra; o canto da coruja rasga mortalha é morte na certa. "Quanta baboseira"

Veremos o que diz a palavra de Deus:

"Não deis ouvidos aos vossos profetas, aos vossos adivinhos, aos vossos sonhos, aos vossos agoureiros e aos vossos encantadores" (Jeremias 27.9).

"Quando vos disserem: Consultai os médiuns e os feiticeiros que chilreiam e murmuram entre dentes, respondei: Acaso não consultará um povo a seu Deus? Acaso a favor dos vivos se consultarão os mortos?" (Isaías 8.19).

"Mas, quanto aos medrosos, incrédulos, abomináveis, homicidas, adúlteros, feiticeiros, idólatras, e a todos os mentirosos, a sua parte será no lago que arde com fogo e enxofre, que é a segunda morte" (Apocalipse 21.8).

"Conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” (João 8.32)

"Se o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres" (João 8.36)

“Não há encantamento contra Jacó, nem adivinhação contra Israel! (Números 23.23)”.

"Todo aquele que é nascido de Deus, não vive pecando; antes o guarda, Aquele que nasceu de Deus, e o maligno não lhe toca" (1 João 5.18).

“O Espírito do Senhor está sobre mim, pois que me ungiu para pregar a liberdade aos cativos, restaurar a vista aos cegos [espirituais] e pôr em liberdade os oprimidos” (Lucas 4.18-19).

“Errais, não conhecendo as Escrituras, nem o poder de Deus” (Mateus 22.29).