sábado, 29 de agosto de 2009

Carta aberta, de Eliane Sinhasique, para Renato Aragão, o Didi.

Quinta, 23 de maio de 2009.


Querido Didi,

Há alguns meses você vem me escrevendo pedindo uma doação mensal para enfrentar alguns problemas que comprometem o presente e o futuro de muitas crianças brasileiras. Eu não respondi aos seus apelos (apesar de ter gostado do lápis e das etiquetas com meu Nome para colar nas correspondências)...

Achei que as cartas não deveriam sem endereçadas a mim. Agora, novamente, você me escreve preocupado por eu não ter atendido as suas solicitações. Diante de sua insistência, me senti na obrigação de parar tudo e te escrever uma resposta.
Não foi por 'algum' motivo que não fiz a doação em dinheiro solicitada por você. São vários os motivos que me levam a não participar de sua campanha altruísta (se eu quisesse poderia escrever umas dez páginas sobre esses motivos). Você diz, em sua última Carta, que enquanto eu a estivesse lendo, uma criança estaria perdendo a chance de se desenvolver e aprender pela falta de investimentos em sua formação.

Didi, não tente me fazer sentir culpada.. Essa jogada publicitária eu conheço muito bem. Esse tipo de texto apelativo pode funcionar com muitas pessoas mas, comigo não. Eu não sou ministra da educação, não ordeno e nem priorizo as despesas das escolas e nem posso obrigar o filho do vizinho a freqüentar as salas de aula. A minha parte eu já venho fazendo desde os 11 anos quando comecei a trabalhar na roça para ajudar meus pais no sustento da minha família. Trabalhei muito e, te garanto, trabalho não Mata ninguém. Muito pelo contrário, faz bem! Estudei na escola da zona rural, fiz Supletivo, estudei à distância e muito antes de ser jornalista e publicitária eu já era uma micro empresária.

Didi, talvez você não tenha noção do quanto o Governo Federal tira do nosso suor para manter a saúde, a educação, a segurança e tudo o mais que o povo brasileiro precisa. Os impostos são muito altos! Sem falar dos Impostos embutidos em cada alimento, em cada produto ou serviço que preciso comprar para o sustento e sobrevivência da minha família.

Eu já pago pela educação duas vezes: pago pela educação na escola pública, através dos impostos, e na escola particular, mensalmente, porque a escola pública não atende com o ensino de qualidade que, acredito, meus dois filhos merecem. Não acho louvável recorrer à sociedade para resolver um problema que nem deveria existir pelo volume de dinheiro arrecadado em nome da educação e de tantos outros problemas sociais.

O que está acontecendo, meu caro Didi, é que os administradores, dessa dinheirama toda, não têm a educação como prioridade. Pois a educação tira a subserviência e esse fato, por si só não interessa aos políticos no poder. Por isso, o dinheiro está saindo pelo ralo, estão jogando fora, ou aplicando muito mal. Para você ter uma idéia, na minha cidade, cada alimentação de um presidiário custa para os cofres públicos R$ 3,82 (três reais e oitenta e dois centavos) enquanto que a merenda de uma criança na escola pública custa R$ 0,20 (vinte centavos)! O governo precisa rever suas prioridades, você não concorda? Você pode ajudar a mudar isso! Não acha?

Você diz em sua Carta que não dá para aceitar que um brasileiro se torne adulto sem compreender um texto simples ou conseguir fazer uma conta de matemática. Concordo com você. É por isso que sua Carta não deveria ser endereçada à minha pessoa. Deveria se endereçada ao Presidente da República. Ele é 'o cara'. Ele tem a chave do Cofre e a vontade política para aplicar os recursos. Eu e mais milhares de pessoas só colocamos o dinheiro lá para que ele faça o que for necessário para melhorar a qualidade de vida das pessoas do país, sem nenhum tipo de distinção ou discriminação. Mas, infelizmente, não é o que acontece...

No último parágrafo da sua Carta, mais uma vez, você joga a responsabilidade para cima de mim dizendo que as crianças precisam da 'minha' doação, que a 'minha' doação faz toda a diferença. Lamento discordar de você Didi. Com o valor da doação mínima, de R$ 15,00, eu posso comprar 12 quilos de arroz para alimentar minha família por um mês ou posso comprar pão para o café da manhã por 10 dias.

Didi, você pode até me chamar de muquirana, não me importo, mas R$ 15,00 eu não vou doar. Minha doação mensal já é muito grande. Se você não sabe, eu faço doações mensais de 27,5% de tudo o que ganho. Isso significa que o governo leva mais de um terço de tudo que eu recebo e posso te garantir que essa grana, se ficasse comigo, seria muito melhor aplicada na qualidade de vida da minha família.

Você sabia que para pagar os impostos eu tenho que dizer não para quase tudo que meus filhos querem ou precisam? Meu filho de 12 anos quer praticar tênis e eu não posso pagar as aulas que são caras demais para nosso padrão de vida. Você acha isso justo? Acredito que não. Você é um homem de bom senso e saberá entender os meus motivos para não colaborar com sua campanha pela educação brasileira.

Outra coisa Didi, mande uma Carta para o Presidente pedindo para ele selecionar melhor os ministros e professores das escolas públicas. Só escolher quem, de fato, tem vocação para ser ministro e para o ensino. Melhorar os salários, desses profissionais, também funciona para que eles tomem gosto pela profissão e vistam, de fato, a camisa da educação. Peça para ele, também, fazer escolas de horário integral, escolas em que as crianças possam além de ler, escrever e fazer contas possa desenvolver dons artísticos, esportivos e habilidades profissionais. Dinheiro para isso tem sim! Diga para ele priorizar a educação e utilizar melhor os recursos.

Bem, você assina suas cartas com o pomposo título de Embaixador Especial do Unicef para Crianças Brasileiras e eu vou me despedindo assinando... Eliane Sinhasique - Mantenedora Principal dos Dois Filhos que Pari.

P.S.: Não me mande outra carta pedindo dinheiro. Se você mandar, serei obrigada a ser mal-educada: vou rasgá-la antes de abrir.

PS2: Aos otários que doaram para o criança esperança. Fiquem sabendo, as organizações Globo entregam todo o dinheiro arrecadado à UNICEF e recebem um recibo do valor para dedução do seu imposto de renda. Para vocês a Rede Globo anuncia: essa doação não poderá ser deduzida do seu imposto de renda, porque é ela quem o faz.

PS3: E O DINHEIRO DA CPMF QUE PAGAMOS DURANTE 11(ONZE) ANOS?
MELHOROU ALGUMA COISA NA EDUCAÇÃO E NA SAÚDE DURANTE ESSES ANOS?

Eliane Sinhasique.

domingo, 23 de agosto de 2009

Numerologia

Você sabia que a data do seu nascimento e o número da sua residência têm grande influência sobre os acontecimentos que cercam a sua vida? E que o seu futuro pode ser influenciado pelos números? Pois é justamente assim que crêem os seguidores da numerologia, conhecidos como numerólogos. As perguntas que nos vêm à mente são: “O que significam os números? Para que servem? Podem, afinal, influenciar as nossas vidas?”.

Os estudiosos, desde épocas remotas, vêm atribuindo aos números valores filosóficos e religiosos. Através dos números e dos séculos, pensadores e místicos têm expressado seus ideais e conceitos. Na Bíblia, muitas vezes os números aparecem como símbolos, mas não podemos dizer que todos os números nas Escrituras são simbólicos. O costume de atribuir algum significado aos números vem do Oriente.

De acordo com o livro “Dicionário de religiões, crenças e ocultismo”, a numerologia é um “sistema ocultista que atribui valores específicos e significados aos números para se determinar o futuro ou conhecer os mistérios do universo físico”.

A origem da numerologia

É longo o caminho que a numerologia percorre, tanto na filosofia como no ocultismo. Suas origens apontam para Pitágoras como sendo o pai dessa atividade. E Platão a incrementou com seus conceitos universais. “O fato de que a natureza (os minerais, a flora, a fauna...) se apresenta ao homem com certa regularidade, simetria ou harmonia, fez que desde remotas épocas os homens tendessem a ver nos números o elemento básico ou o fundamento de toda a realidade: 'Os números são os princípios das coisas', dizia Pitágoras; por conseguinte as leis dos números seriam as leis do universo”.

Devido à harmoniosa sucessão do dia e da noite, das quatro fases da lua, dos sete dias da semana, das quatro estações do ano, da simetria das partes e dos membros do corpo humano, e também da seqüência dos anos, o homem foi conduzido à simbologia e à mística dos números.

O que na verdade Pitágoras fez foi relacionar a realidade aos números. Assim, podemos dizer, em primeiro lugar, que os números têm a chave para a explicação da realidade e, em segundo, que eles são a própria essência da realidade. Como dissemos anteriormente, Platão tomou as lições básicas de Pitágoras identificando seu sistema de idéias e conceitos relacionado aos números. “Ele trabalhou com os conceitos de limitado, não-limitado, determinado, não-determinado. Platão era matemático e, naturalmente, deixava-se atrair por uma teoria que se relaciona à própria realidade”.

A numerologia à luz da Bíblia

Reconhecemos que certos números na Bíblia possuem significado especial, mas isso não quer dizer que devemos exagerar a respeito. O caso dos 153 peixes de João 21.11 vem sendo explorado por toda a história da Igreja. Outro exemplo de controvérsias e especulações são as setenta semanas de Daniel (Dn 9.25-27), bem como a frase “um dia para o Senhor é como mil anos” (Sl 90.4). É uma atitude totalmente sem nexo impor uma interpretação simbólica a estes números.

Sempre houve muitas especulações em torno dos números na Bíblia. Ao que tudo indica, o único número da Bíblia que de fato pode receber interpretação simbólica é o 666: “Aqui há sabedoria. Aquele que tem entendimento, calcule o número da besta; porque é o número de um homem, e o seu número é seiscentos e sessenta e seis” (Ap 13.18).
Seja qual for a maneira usada pelo homem para praticar a adivinhação é abominação diante de Deus como diz Dt 18.10-12.

O castigo para o praticante da adivinhação, conforme rezava a lei, era a morte: “Quando, pois, algum homem ou mulher em si tiver um espírito de necromancia ou espírito de adivinhação, certamente morrerá, serão apedrejados; o seu sangue será sobre eles” (Lv 20.27).

O povo de Israel praticava adivinhações e foi duramente advertido pelo profeta Isaías: “Quando, pois, vos disserem: Consultai os que têm espíritos familiares e os adivinhos, que chilreiam e murmuram: Porventura não consultará o povo a seu Deus? A favor dos vivos consultar-se-á aos mortos?” (Is 8.19).

No Novo Testamento, encontramos o caso de uma jovem que tinha um espírito de adivinhação. Tal espírito, no entanto, foi expulso pelo apóstolo Paulo. O registro desse acontecimento encontra-se em Atos 16.16-18.
Claro está que a prática de adivinhação é terminantemente condenada por Deus!

Vivemos diariamente com pessoas que crêem em adivinhações. Para que suas vidas sejam transformadas, precisamos mostrar-lhes a verdade da Palavra de Deus. Somente assim poderemos convencê-las de seus erros.

Danilo Raphael

domingo, 16 de agosto de 2009

Porque não creio na astrologia

Esta semana fiquei surpreso com a pergunta de um colega, sabendo ele que sou Cristão. Qual o teu signo? Perguntou ele. Olhei meio sem graça, e sem acreditar na pergunta tratei-a sem apreço.


Porém me senti na obrigação de responder o "Porque não creio na astrologia."

A finalidade de Deus, ao criar os astros e as estrelas, era iluminar a terra e determinar o andamento regular do tempo. (Gn 1.14-19) De modo algum, sua pretensão foi, por meio desses astros, controlar o temperamento ou o destino do homem sobre a terra. Esta concepção não é real e muito menos bíblica. É querer usar as estrelas e os astros para um fim para o qual não foram criados. O resultado só pode ser um grande engano.

Os astrólogos sim, têm influenciado a atitude dos homens, levando-os a confiar mais em supostas previsões, baseadas nos astros, do que no exercício do seu livre-arbítrio diante de um Deus pessoal que exige deles uma resposta. As estrelas não têm nada a ver com isso. Os que pensam estar sendo manipulados pelo Sol, pela Lua e pelas estrelas, na verdade, estão sendo manipulados pelos astrólogos.

A astrologia tem sido um sistema de arte divinatória que tem influenciado a conduta da humanidade por milênios. Mas nem sua antiguidade nem sua popularidade podem torná-la veraz. Não há respostas satisfatórias para muitas perguntas concretas sobre este assunto. Há muitos motivos pelos quais não podemos crer na astrologia. Se a sua popularidade puder comprovar alguma coisa, então existem muitos outros absurdos que deveremos aceitar como verdade.

Por que não creio na astrologia?


1º - Porque as estrelas que vemos nos céus podem deixar de existir.

As distâncias no espaço sideral são muito maiores do que podemos imaginar. São tão grandes que são medidas por uma unidade de distância chamada ano-luz, que equivale à distância percorrida pela luz no período de um ano. Se levarmos em conta que a velocidade da luz é de 300.000 km por segundo, em um ano a distância percorrida por ela seria de aproximadamente 9.000¹² km.
Quando imaginamos que depois do Sol a estrela mais próxima da terra se encontra há muitos anos-luz de distância, concluímos que na verdade a luz da estrela que estamos contemplando é uma luz emitida por ela há muitos anos. É complicado acreditar que esta distância permita qualquer influência dos corpos celestes sobre nós. Cálculo algum pode tornar coerente alguma influência deles sobre nossas vidas. Além disso, é possível que tal luz possa ser o reluzir de uma estrela que já nem existe mais!

2º - Porque não existe uma razão lógica para que a nossa vida e temperamento sejam influenciados pelos astros.

Que os astrólogos nos expliquem porque as posições dos astros influenciam nosso ser e destino. Que nos expliquem qual é a interação existente entre a massa e o movimento desses corpos celestes com o nosso modo de ser e com os acontecimentos de nossas vidas. É uma energia? É uma força física, espiritual? Os astros são deuses? Como podem atingir o nosso cérebro?
Não existem explicações plausíveis e razoáveis para todas estas indagações. Os próprios astrólogos desconhecem estes porquês e as pessoas que consultam horóscopos nem sempre se preocupam em perguntar. Talvez com medo de descobrir que suas crenças não têm fundamentos, elas preferem fazer de conta que as estrelas falam, enquanto os astrólogos fazem de conta que as ouvem.

3º - Porque pessoas nascidas no mesmo dia e horário têm temperamentos e destinos diferentes.

Esaú e Jacó é um caso bíblico e típico de gêmeos que tiveram temperamentos e destinos completamente distintos. Segundo os ensinamentos apregoados pela astrologia, suas vidas teriam de ser ao menos muito mais semelhantes do que foram. De fato, se existe uma prova bíblica da futilidade das afirmações astrológicas, esta prova é a vida destes dois irmãos.
Em primeiro plano, seus temperamentos eram evidentemente distintos, para não dizer opostos: “E cresceram os meninos, e Esaú foi homem perito na caça, homem do campo; mas Jacó era homem simples, habitando em tendas” (Gn 25.27). Percebemos logo em Jacó um comportamento mais brando, caseiro, sedentário. No caso de Esaú, porém, ele é enérgico, aventureiro. Mais tarde, iria viver de ataques contra as caravanas no deserto (Gn 27.39,40).
Em segundo plano, vemos atitudes diferentes dos dois irmãos, as quais vão determinar destinos diferentes. Enquanto Esaú não mostrou qualquer interesse por aquilo que era seu de direito (Gn 25.32), Jacó fez de tudo para conseguir, inclusive enganar seu pai (Gn 27.6-29). O Novo Testamento mostra claramente que o coração de Esaú era bem diferente do de Jacó (Hb 12.16,17).
E, por fim, eles tiveram destinos bem diferentes, que não foi determinado de forma alguma pelo dia ou ano de seu nascimento, visto serem praticamente idênticos. Suas vidas foram um resultado de suas decisões e da ação de Deus nelas. Foram as bênçãos de Deus ou a ausência das mesmas que causaram os respectivos resultados. Nada no espaço interferiu nas vidas de Esaú e Jacó e em seus destinos.

4º - Porque a nossa vida é determinada por nossas escolhas e não pela impessoalidade dos astros.

“Os céus e a terra tomo hoje por testemunhas contra vós, de que te tenho proposto a vida e a morte, a bênção e a maldição; escolhe pois a vida, para que vivas, tu e a tua descendência.” Dt 30.19

Se quiserdes, e obedecerdes, comereis o bem desta terra” Is 1.19

“Manteiga e mel comerá, quando ele souber rejeitar o mal e escolher o bem” (Is 7.15)

“E o Espírito e a esposa dizem: Vem. E quem ouve, diga: Vem. E quem tem sede, venha; e quem quiser, tome de graça da água da vida” (Ap 22.17)

O livre-arbítrio foi o grande presente de Deus ao homem, que o tem tornado distinto das demais criaturas. O homem tem a possibilidade de refletir sobre sua situação e, mediante sua razão, tomar decisões. Seu destino é a colheita de sua própria semeadura (Os 8.7; Gl 6.7,8) e não a conseqüência cega do dia, mês e ano em que nasceu. O futuro do ser humano não pode ficar atrelado às estrelas. Isto não seria justo. Só pode ficar atrelado às suas próprias decisões nesta vida. Não é nada consolador dizer a alguém que sofre por causa de uma tragédia que isto era inevitável porque já estava determinado em seu nascimento. Não se pode negar que se as proposições da astrologia forem levada a sério o homem é um mero escravo de um determinismo planetário. Seu destino e ser estão escritos nas estrelas.

5º - Porque o sustentáculo da astrologia é o comércio, não a verdade

“Porque o amor ao dinheiro é a raiz de toda a espécie de males”, escreveu o apóstolo Paulo ao seu discípulo Timóteo (1Tm 6.10). E, na verdade, muitos tipos de erros e enganos são sustentados pelo mercado, independente de sua veracidade. As máquinas de propaganda constantemente fazem as pessoas comprarem um produto que não precisam por um preço que não podem pagar. Esta é a sua missão.
Com a astrologia não é diferente. Sua popularidade não é proporcional à sua utilidade ou veracidade, mas à publicidade que a promove e ao lucro que resulta disso. A ajuda que ela oferece às pessoas, seja psicológica ou real, é “zero”. As bases para suas afirmações são excessivamente frágeis. As pessoas que lêem e consultam horóscopos e astrólogos dificilmente encontram apoio sólido para suas decisões.

6º - Porque as afirmações da astrologia são arbitrárias.

As leis astronômicas foram descobertas pelos astrônomos. As leis astrológicas foram inventadas pelos astrólogos. Não existem lógicas em suas deduções. Não existem princípios que possam ser extraídos e aplicados infalivelmente em qualquer tempo e lugar. Tudo o que é dito a respeito de uma interpretação astrológica é dito arbitrariamente, segundo a criatividade e opinião do astrólogo. O significado dos astros não é extraído por algum processo lógico, mas, sim, atribuído pelos astrólogos conforme a “fertilidade” de sua imaginação.

7º - Porque a astrologia está ligada ao paganismo

Os nomes dos planetas: Vênus, Marte, Saturno, Plutão, não foram escolhidos por acaso. Eram os nomes dos deuses do panteão greco-romano. Todavia, mais do que nomes, os gregos e os romanos consideravam os astros como deuses. Vemos esta associação com a explicação fornecida por uma astróloga referente ao planeta Marte: “Do que a astrologia é capaz, afinal? Segundo Celisa Beranger, a astrologia é um saber simbólico: faz associações entre movimentos celestes e eventos terrestres, e as interpreta como quer. Um exemplo: ‘Qual é o significado quando Marte se aproxima da Terra?’. Ele tem um significado: Marte é o deus da guerra. A sua analogia é de beligerância ou de belicosidade, explica Celisa”.
Gostaríamos de uma resposta para a seguinte questão: Marte é o deus da guerra? Em qual crença? Cristã? Muçulmana? Ou pagã? Existe, de fato, o deus da guerra? E o que ele tem a ver com o planeta que leva o seu nome? Esta associação não tem sentido nenhum. Vejamos bem: o que temos aqui é um deus inexistente (imaginário), que empresta seu nome para um corpo celeste que, por causa desse empréstimo, passa a exercer a influência segundo a característica do deus inexistente. Pagananismo e astrologia andam de mãos dadas.

8º - Porque a astrologia está ligada à magia.

“Caso de um acaso bem marcado em cartas de tarô. Meu amor, o nosso amor estava escrito nas estrelas, tava sim...”. Era a música de Têtê Espíndola, uma cantora pop da década de 80. É fácil perceber o quanto a astrologia está próxima de outros tipos de magia e ocultismo. O perfil do astrólogo não se harmoniza, em ponto algum, com o do pesquisador, do astrônomo ou do cientista. Ele não é um pensador, nem um filósofo. Na verdade, é um “vidente”, um tarólogo, um bruxo, um quiromante, ou algo parecido. Quem lida com astrologia lida com os poderes do oculto e não com as evidências da ciência ou da sabedoria. Negar isto é tolice.
Por mais que os astrólogos queiram incluir cálculos matemáticos e astronômicos em suas “previsões”, isto não os redime. Na verdade, os resultados de suas análises têm mais a ver com a mediunidade do que com a precisão científica. Longe de ser uma ciência exata, a astrologia não passa de uma arte de adivinhação tão condenada pela Bíblia como as demais.

9º - Porque a Bíblia condena todo tipo de adivinhação e ocultismo.

A astrologia, em sua forma tradicional, é um método de adivinhação baseado na teoria de que as posições e movimentos dos corpos celestes (estrelas, planetas, Sol e Lua), no momento do nascimento, influenciam profundamente a vida da pessoa. Na sua forma psicológica, a astrologia é um tipo de terapia da Nova Era, usada para a autocompreensão e análise da personalidade.
Tem sido a porta de entrada mais comum para outros tipos de ocultismo. Embora em sua comercialização assuma, muitas vezes, um caráter inocente, quase como que de uma brincadeira popular, quando, porém, proferida e utilizada por verdadeiros astrólogos, torna-se tão nociva espiritualmente quanto as outras formas de adivinhação.
Quem deseja, pois, se afastar de todo tipo de práticas proibidas deve também se afastar da astrologia, ainda que apresente aparência de inocência. “Quando entrares na terra que o SENHOR teu Deus te der, não aprenderás a fazer conforme as abominações daquelas nações. Entre ti não se achará quem faça passar pelo fogo a seu filho ou a sua filha, nem adivinhador, nem prognosticador, nem agoureiro, nem feiticeiro; nem encantador, nem quem consulte a um espírito adivinhador, nem mágico, nem quem consulte os mortos; pois todo aquele que faz tal coisa é abominação ao SENHOR; e por estas abominações o SENHOR teu Deus os lança fora de diante de ti”
(Dt 18.9-12).

10º - Porque eu entreguei minha vida a Jesus e Ele é o Senhor das minhas atitudes, do meu presente e do meu futuro.

A experiência cristã de conversão e novo nascimento põe fim completo à crença na astrologia. Para alguém que passou a viver sob o senhorio de Jesus Cristo, não existe lugar para a noção de que o movimento dos astros no céu seja responsável por qualquer coisa em sua vida, seja seu jeito de ser e pensar, seja seu futuro.
A vida cristã é concebida em termos do caráter de Cristo. “Já estou crucificado com Cristo; e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim” (Gl 2.20). Somos transformados pelo Espírito Santo (2Co 3.18) para nos tornarmos semelhantes a Cristo (Rm 8.29). Antes disso, está escrito que éramos controlados por nossa carne, pensamento e, também, por Satanás (Ef 2.2,3). Não podemos aceitar a “forma” deste mundo (Rm 12.2), e isto inclui rejeitar a crença na astrologia como fator determinante de nossa personalidade.

Não posso aceitar nada na astrologia.

Nem seus conceitos, suas explicações, suas reivindicações. Não há nada escrito nas estrelas sobre o destino individual de ninguém. Os astros definitivamente não predizem o futuro. Definitivamente também não influenciam o comportamento humano. Se quiserem, as pessoas podem mudar esses fatos ou continuar apegando-se a crendices supersticiosas. Mas não podem ter uma confiança verdadeira em Deus e nos astros ao mesmo tempo.
Se há algo para o homem entender quando olha para as estrelas, com certeza não é seu temperamento nem seu futuro. Mas pode olhar para o céu e reconhecer um pouco da glória e do poder de Deus: “Os céus declaram a glória de Deus e o firmamento anuncia a obra das suas mãos” (Sl 19.1). “Porquanto o que de Deus se pode conhecer neles se manifesta, porque Deus lho manifestou. Porque as suas coisas invisíveis, desde a criação do mundo, tanto o seu eterno poder, como a sua divindade, se entendem, e claramente se vêem pelas coisas que estão criadas” (Rm 1.19,20).

Glórias a Deus que é sobre todas as coisas!

O desafio de seguir a Cristo

Vida Cristã não é uma filosofia. É andar com Jesus. É seguir a Jesus.
Quem segue não escolhe a direção a ser tomada.
Jesus não dispensa seus seguidores. Ele nos ouve, nos perdoa e nos aceita,o problema é que muitos seguidores desistem.


Até onde você está disposto a seguir a Cristo ?

Estágios : Conversão (encontro,libertação do Egito, primeiro amor).


Bençãos
Os israelitas se enriqueceram com ouro e prata (Ex.12:35)
Nesse ponto, Miriã dançou e cantou. Seguir a Cristo no momento da benção é muito fácil.

Deserto
Provação, renúncia, benção sob medida(maná)Tempo de vencer ao diabo e vencer a si mesmo. Nesse ponto, Miriã se rebelou contra Moisés.

Seu motivo para seguir Jesus será testado : Pão terreno ou pão celestial ?
Você seguiria a Jesus sem bençãos ? Pode parecer absurdo. (O jovem rico)
Ofensa - (Mat.13:20-21) O convertido não contava com tribulações. (Evangelho da Prosperidade).
Nossa visão é o nosso bem-estar, conforto e felicidade. É o ter. Focalizamos o que é passageiro. A visão de Deus é sobretudo, a formação do caráter cristão em nós. É o ser. Focaliza o eterno.
A maior experiência do cego de Jericó não foi enxergar, mas encontrar Jesus.
Quem segue Jesus quer ir para onde ele vai. Jesus vai para junto do Pai. Vai para o céu, mas no caminho existe uma cruz. Você ainda quer segui-lo ?
Queremos reinar com Cristo, mas será que queremos beber o cálice que ele bebeu?
(Mc.10:35-40)
Quem perder a sua vida por amor de Cristo acha-la-á. (Mt.16:25). Os discípulos enfrentaram até mesmo a morte física.
O último estágio : a Canaã celestial para quem seguir a Cristo até o fim.
Miriã não entrou em Canaã. Ali não haverá provações. Apc.21:1-5.

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Os deveres do líder Cristão

O líder cristão é uma pessoa chamada para atender às necessidades da obra de Deus.














I. Sua responsabilidade é:
1- Liderar
2- Orar para Deus prosperar
3- Usar autoridade
4- Proceder com:
4.1- Prudência
4.2- Sabedoria
4.3- Amor

II. Ser um exemplo de:
2.1- Comportamento
2.2- Pontualidade
2.3- Perseverança
2.4- Fé
2.5- Apresentação
2.6- Coragem

III. Saber Conduzir:
3.1- Um Culto
3.2- Um trabalho
3.3- Os novos crentes
3.4- Exortar os irmãos ao trabalho e freqüência

IV. Promover:
4.1- Festividades
4.2- Avivamentos
4.3- Campanhas
4.4- Fraternidade

V. Distribuir:
5.1- Trabalhos
5.2- Responsabilidades
5.3- Tarefas
5.4- Fiscalizar

VI. O líder deve:
6.1- Ser fervoroso
6.2- Colher experiência
6.3- Aperfeiçoar seu trabalho
6.4- Estar preparado para tudo na obra
6.5- Observar aptidão e dons dos irmãos
6.6- Consagrar sua vida
6.7- Levar o povo à consagração
6.8- Ler e estudar a palavra
6.9- Preparar-se para cada trabalho
6.10- Cuidar do patrimônio da Igreja
6.10.1- Lâmpadas
6.10.2- Pintura
6.10.3- Limpeza
6.10.4- Rachaduras
6.10.5- Goteiras
6.10.6- etc.

VII. Visitar os:
7.1- Novos Crentes
7.2- Ausentes
7.3- Enfermos
7.4- Atribulados
7.5- Feridos
7.6- Envenenados pelas heresias
7.7- Embaraçados

VIII. Cuidar de debelar o mais rápido possível, toda:
8.1- Rebeldia
8.2- Fofoca
8.3- Libertinagem
8.4- Heresias
8.5- Desordem
8.6- Discussão
8.7- Contenda

IX. O líder não deve:
9.1- Abraçar precipitadamente as idéias e sugestões
9.2- Temer seus liderados
9.3- Expor o escândalo
9.4- Tomar partido
9.5- Defender por interesse
9.6- Permitir suspeitas
9.7- Fazer dívidas sem autorização do presidente
9.8- Deixar para outrem a responsabilidade de ajuda financeira
9.9- Fazer dívidas sem te a certeza de que poderá saúdá-las
9.9- Deixar de observar e fiscalizar os trabalhos dos seus obreiros

X. É necessário o líder fazer reuniões periódicas para:
10.1- Ouvir
10.2- Traçar trabalhos
10.3- Pedir sugestões
10.4- Avaliar seu trabalho

XI. O líder deve cooperar com seu superior:
11.1- Concordando
11.2- Apoiando
11.3- Esforçando-se
11.4- Apresentando sugestões
11.5- Defendendo
11.6- Amando
11.7- Honrando

XII. O líder deve:
12.1- Honrar os irmãos
12.2- Respeitar as irmãs
12.3- Dar assistência a sua família
12.4- Exercer influência no seu lar

Fonte: Manoel Paulino

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Tipos de sermões que atrapalham o culto

Apenas para ilustrar, vamos fazer uma rápida classificação dos sermões que mais atrapalham o culto. Se você freqüenta igreja há vários anos, é provável que já se tenha encontrado com alguns desses sermões mais de uma vez. A seguir, descrevem-se os tipos de sermão que atrapalham o culto.

1) O SERMÃO SEDATIVO – É aquele que parece anestesia geral. Mal o pregador começou a falar e a congregação já está quase roncando. Caracteriza-se pelo tom de voz monótono, arrastado, e pelo linguajar pesado, típico do começo do século, com expressões arcaicas e carregadas de chavões deste tipo: "Prezados irmãos, estamos chegando aos derradeiros meandros desta senda", Porque não dizer: "Irmãos, estamos chegando às últimas curvas do caminho"? Seria tão mais fácil de entender. Ficar acordado num sermão desse tipo é quase uma prova de resistência física. Como dizia Spurgeon: "Há colegas de ministério que pregam de modo intolerável: ou nos provocam raiva ou nos dão sono. Nenhum anestésico pode igualar-se a alguns discursos nas propriedades soníferas. Nenhum ser humano que não seja dotado de infinita paciência poderia suportar ouvi-los, e bem faz a natureza em libertá-lo por meio do sono".

2) O SERMÃO INSÍPIDO – Esse sermão pode até ter uma linguagem mais moderna e um tom de voz melhor, mas não tem gosto e é duro de engolir. As idéias são pálidas, sem nenhum brilho que as torne interessantes. Muitas vezes é um sermão sobre temas profundos, porém sem o sabor de uma aplicação contemporânea, ou sem o bom gosto de uma ilustração. É como se fosse comida sem sal. É como pregar sobre as profecias de Apocalipse, por exemplo, sem mostrar a importância disso para a vida prática. O pregador não tem o direito de apresentar uma mensagem insípida, porque a Bíblia não é insípida. O pregador tem o dever de explorar as belezas da Bíblia, selecioná-las, pois são tantas, e esbanjá-las perante a congregação.

3) O SERMÃO ÓBVIO – É aquele sermão que diz apenas o que todo mundo já sabe e está cansado de ouvir. O ouvinte é quase capaz de "adivinhar" o final de cada frase de tanto que já ouviu. É como ficar dizendo que roubar é pecado ou que quem se perder não vai se salvar (é óbvio). Isso é uma verdade, mas tudo o que se fala no púlpito é verdade. Com raras exceções, ninguém diz inverdades no púlpito. O que falta é apenas revestir essa verdade de um interesse presente e imediato.

4) O SERMÃO INDISCRETO – É aquele que fala de coisas apropriadas para qualquer ambiente menos para uma igreja, onde as pessoas estão famintas do pão da vida. Às vezes, o assunto é impróprio até para outros ambientes. Certa ocasião ouvi um pregador descrever o pecado de Davi com Bate-Seba com tantos detalhes que quase criou um clima erótico na congregação. Noutra ocasião, uma senhora que costumava visitar a igreja confessou-me que perdeu o interesse porque ouviu um sermão em que noventa por cento do assunto girava em torno dos casos de prostituição da Bíblia, descritos com detalhes. E acrescentou: "Achei repugnante. Se eu quiser ouvir sobre prostituição, ligo a TV". De outra vez, um amigo me contou de um sermão que o fez sair traumatizado da igreja, pois o pregador gastou metade do tempo relatando as cenas horrorosas de um caso de estupro. Por favor, pregadores: o púlpito não é para isso. Para esse tipo de matéria existem os noticiários policiais.

5) O SERMÃO REPORTAGEM – É aquele que fala de tudo, menos da Bíblia. Inspira-se nas notícias de jornais, manchetes de revistas e reportagens da televisão. Parece uma compilação das notícias de maior impacto da semana. É um sermão totalmente desprovido do poder do Espírito Santo e da beleza de Jesus Cristo. É uma tentativa de aproveitar o interesse despertado pela mídia para substituir a falta de estudo da Palavra de Deus. Notícias podem ser usadas esporadicamente para rápidas ilustrações, nunca como base de um sermão.

6) O SERMÃO DE MARKETING – É aquele usado para promover e divulgar os projetos da igreja ou as atividades dos diversos departamentos. Usar o púlpito, por exemplo, para promover congressos, divulgar literatura, prestar relatórios financeiros ou estatísticos, ou fazer campanhas para angariar fundos, seja qual for a finalidade, destrói o verdadeiro espírito da adoração e, portanto, atrapalha o culto. A Igreja precisa de marketing, e deve haver um espaço para isso, mas nunca no púlpito. Isso deve ser feito preferivelmente em reuniões administrativas.

7) O SERMÃO METRALHADORA – É usado para disparar, machucar e ferir. Às vezes a crítica é contra um grupo com idéias opostas, contra administradores da igreja, contra uma pessoa pecadora ou rival ou mesmo contra toda a congregação. Seja qual for o destino, o púlpito não é uma arma para disparar contra ninguém. Às vezes o pregador não tem a coragem cristã de ir pessoalmente falar com um membro faltoso e se protege atrás de um microfone, onde ninguém vai refutá-lo, e dispara contra uma única pessoa, sob o pretexto de "chamar o pecado pelo nome". Resultado: a pessoa fica ferida, todas as outras, famintas, e o sermão não ajuda em nada.

Às vezes o disparo é contra um grupo de adultos ou de jovens supostamente em pecado. Não é essa a maneira de ajudá-los. Convém ressaltar que chamar o pecado pelo nome não é chamar o pecador pelo nome. Chamar o pecado pelo nome significa orar com o pecador e se preciso chorar com ele na luta pela vitória. A congregação passa a semana machucando-se nas batalhas de um mundo pecaminoso e de uma vida difícil e chega ao culto precisando de remédio para as feridas espirituais, não de condenação por estar ferida. Em vez de chumbá-la com uma lista de reprovações e obrigações, o pregador tem o dever santo de oferecer o bálsamo de Gileade, o perdão de Cristo como esperança de restauração. As obrigações, todo mundo conhece. Nenhum cristão desconhece os deveres do evangelho. Em vez de apenas dizer que o cristão tem de ser honesto, por exemplo, mostre-lhe como ser honesto pelo poder de Cristo. Isso é pregação com poder.

Todos esses sermões mencionados acima atrapalham o culto mais do que ajudam. Prejudicam o adorador, prejudicam a adoração. São vazios de poder. Se você quer ser um pregador de poder, busque a Deus, gaste dezenas de horas no estudo da Bíblia antes de pregá-la, experimente o perdão de Cristo e estude os recursos da comunicação que ajudam a chegar ao coração das pessoas.

Fonte: Robson Moura Marinho

domingo, 2 de agosto de 2009

Michael Jackson gospel



Acompanhando o BLOG DO PR. ALTAIR GERMANO tive o desprazer de ver essa coisa dantesca em mais um "SHOW EVANGÉLICO" proporcionado por crentes meninos na fé.

A primeira vista é engraçado, ver um homem sem nenhum senso de ridículo fazendo estripulias e totalmente desconjuntado, servindo de chacota e piada para os que o vêem. Mas não é de se admirar que hoje em dia em alguns cultos "SHOWS" organizados por pastores de bodes, que estão mais preocupados em encher o bolso e lixar-se para a verdadeira mensagem da salvação, que homens como esse que se diz cantor evangélico escarneçam o que a palavra de Deus diz em I cor 14 no que se diz respeito à ordem no culto. No final do versículo 26 a Bíblia diz “Faça-se tudo para edificação”. Pergunto: Que edificação espiritual esse rapaz cheio de momice no palco ou no púlpito traz para aquele que está realmente necessitando de uma palavra de consolo com a alma cheia de amargura e tristeza? Alguém pode até dizer “Mas irmão, ele está trazendo um pouco de alegria”. Respondo eu, Jó Cap.20.5 diz“o júbilo dos ímpios é breve, e a alegria dos hipócritas, apenas de um momento”.

O que me choca ainda mais, é ver os pastores e obreiros sentados atrás do conspícuo, aplaudindo e deleitando-se nessa verdadeira palhaçada. Onde fica a palavra que salva; que traz o pecador ao arrependimento; que liberta; que cura; que batiza com o Espírito Santo e leva para morar no céu? Choca ver crentes cantando e alegrando-se com fervor como se estivesse em um show de chiclete com banana ou Ivete Sangalo, ou até mesmo no "Forró da Véia"(casa de forró muito conhecida em desterro - Abreu e lima-PE) Tenho asco em ver tal coisa. Virou bagunça.

Eh... Amados, falando de meninice em cima dos púlpitos e nas cruzadas, não me surpreendo mais com nada. Do nada aparece um homem com trejeitos de cantor pop internacional nas igrejas e nas cruzadas, dizendo-se cantor gospel, simplesmente para vender seu CD, e empurra goela abaixo uma mensagem evangélica misturada com mundanismo e trazendo para dentro da casa do Senhor uma verdadeira desordem, e pasmem, autorizada e aprovada por ministros do evangelho. RS RS RS faz-me rir.

Pode me chamar do que quiser, mas o verdadeiro evangelho que eu aceitei e aprendi, está muito longe disso. Evangelho é seriedade; perdão de pecados e salvação de almas. Quando vejo esse tipo de escárnio em cima do púlpito, lembro-me do que o apóstolo Paulo disse em I Tm 4.1,2,7-9.” Mas o Espírito expressamente diz que, nos últimos tempos, apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores e a doutrinas de demônios, pela hipocrisia de homens que falam mentiras, tendo cauterizada a sua própria consciência.” E ainda diz em II Tm 3.1-5 “Sabe, porém, isto: que nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos; porque haverá homens amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a pais e mães, ingratos, profanos, sem afeto natural, irreconciliáveis, caluniadores, incontinentes, cruéis, sem amor para com os bons, traidores, obstinados, orgulhosos, mais amigos dos deleites do que amigos de Deus, tendo aparência de piedade, mas negando a eficácia dela. Destes afasta-te.”

Que o Senhor Jesus abra a visão espiritual e dê entendimento ao seu povo para que não sejam destruídos por falta de conhecimento.

Deus nos abençoe!