terça-feira, 14 de setembro de 2010

A IGREJA E A POLÍTICA.

Caros irmãos, estamos vivendo uma época eleitoral muito intensa, como vemos aí nas ruas e na mídia estamos com alguns candidatos evangélicos cheios de propostas, se vão dar certo ou não ninguém sabe, como não poderia ser diferente seguem-se também alguns debates e discussões nas igrejas sobre ser certo ou errado alguns evangélicos se candidatarem a algum cargo político e adentrarem na política brasileira.  Vejam só, segundo o Dicionário Aurélio, política é “O sistema de regras referentes a administração dos negócios públicos; arte de bem governar os povos; princípio doutrinário que caracteriza a estrutura constitucional do Estado”. Quando da formação da Nação de Israel o próprio Deus reservou a inspiração para três livros da Bíblia a fim de organizar social, moral e politicamente seu povo. Nos livros de Levítico, Números e Deuteronômio encontramos o Senhor fazendo o que o Aurélio define como política.


Se hoje vivemos debaixo de um sistema político corrompido e estruturalmente deteriorado é porque as normas criadas para o “bem governar” foram elaboradas por pessoas que estavam destruídas moralmente em sua própria formação, evidentemente, não poderiam criar leis justas movidos por intenções boas. Em cada nova eleição temos a oportunidade de pensar e escolher à respeito das pessoas que irão formar as novas leis e dirigir o rumo político da nação. Se escolhermos pessoas destituídas dos conceitos de família que a palavra de Deus nos propõe, não será surpresa a criação de leis que favoreçam a prática homossexual como essa PL 122/2006, se optarmos por pessoas que “amam  ao dinheiro sobre todas as coisas”, e não se importam com a justiça social, continuaremos sujeitos a impostos imorais como o CPMF, para citar somente um exemplo.


A bem da verdade as pessoas honestas tem a capacidade de tornar honesto tudo que fazem, mas os corrompidos licenciam a corrupção. Tudo que essas pessoas pegam para fazer redunda em algo imoral. Se a Igreja que é o Sal da Terra e a Luz do Mundo se omite no momento de formar o conjunto de leis que norteiam o comportamento da sociedade, outros ocupar-se-ão dessa tarefa, e a executarão dentro dos seus padrões morais, os quais estão completamente destituídos dos princípios  expressos pelo livro das leis de Deus.


Como Igreja temos um compromisso com o Senhor na glorificação do Seu Nome e na expansão do seu reino sobre a Terra. Tudo que fazemos precisa satisfazer esses dois objetivos de forma honesta e coerente com a verdade que pregamos. O princípio de governo foi estabelecido por Deus e encontra-se presente em todas as instituições. Ao criar o mundo e tudo que nele há entregou ao homem o domínio sobre todas as coisas. Quando o primeiro casamento foi oficializado deu ao marido a responsabilidade de ser o cabeça da mulher, e na instituição da Igreja estabeleceu ministérios de liderança para dirigí-la. Notamos no comportamento divino que em cada instituição onde encontra-se duas ou mais pessoas foi estabelecido o princípio de governo.


Portanto, omitir-se na questão política reflete ignorância bíblica ou desinteresse de cumprir a vontade de Deus, e se é por meio da política que chega-se ao governo, a Igreja deve atuar nessa esfera, pois é por meio da Igreja que o Senhor age na terra. Ele estabelece reis e remove reis ( “Por  mim reinam os reis, e os príncipes decretam o que é justo”. Provérbios 8:15), e através dos seus servos Deus executa sua vontade na terra.


Crédito da imagem: prmarcelorodrigues.blogspot.com

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

DILMA VEM AI, É BOM NOS ACOSTUMARMOS COM ESSAS IMAGENS !!!



Dima Rousseff que vai aprovar o aborto; Dima Rousseff que vai aprovar a união estável entre casais homossexuais; Dilma Rousseff que está novamente de conluio com José Dirceu, com Palocci, com Fernando Collor, com Tarso Genro e, pasmem, com o presidente das Assembléias de Deus no Brasil, José Wellington bezerra da costa, promovendo até culto para a apresentação da então candidata do PT. É muita cara-de-pau.

Candidata pela IURD, eita desculpem-me, pelo PT, Dilma fez promessa até para o pastor e deputado Manoel Ferreira "Pedimos que alguns temas polêmicos do Programa Nacional de Direitos Humanos 3 pudessem ser revistos e, ainda, que essas matérias controversas fossem objeto de apreciação no fórum competente, que é o Congresso, e não partissem do Executivo", disse o pastor, numa referência à legalização do aborto e à união civil entre homossexuais. "Ela nos garantiu que, eleita, não enviará essas propostas." O pior é que o conspícuo pastor acreditou, ou pelo menos nos fez pensar que acreditou.

Faz-me rir...

REPULSIVO...

Não é de se admirar que o presidente das assembléias de Deus no Brasil, o insigne José Wellington Bezerra da Costa, se misturou a sujeira política que assola o nosso país.

Dilma já declarou várias vezes que “o aborto é uma questão de saúde pública”, e que defende a união estável entre homossexuais “Sou a favor de que, do ponto de vista das suas relações, as pessoas definam o que elas acham mais adequado. Quem sou eu para julgar qualquer coisa? Depois de certa idade, a gente fica mais sábia” declarou.

Diante das tantas declarações feitas por Dilma Rousseff com relação à legalização do aborto bem como o casamento gay, pergunto-me como um pastor presidente de uma das maiores denominações evangélicas desse país defende, apóia, incita, aplaude e aprova a candidatura de uma candidata tão ecumênica como Dilma.

Não me adimira ver um auto-intitulado Bispo da índole de Edir Macedo com seus ensinamentos heréticos apoiar uma candidata como Dilma Rousseff, ja dizia o evangelista Daladier “O PT é a Igreja Universal da política, e a Igreja Universal é o PT da religião”. É incrível ver a cara-de-pau do então presidente das Assembléia de Deus no Brasil levar Dilma Rousseff para cima do púlpito, esta denominação que há anos sempre defendeu as diretrizes bíblicas e agora se deixa ser levada por um mercenário que a vende como banana em final de feira, isto sem falar no PNDH (Programa Nacional de Direitos Humanos) que está repleto de leis que oprimem o direito de liberdade cristã e encurralam a liberdade de expressão. É repulsivo esse José Wellington e o então deputado e pastor Manoel Ferreira, tudo farinha do mesmo saco.