domingo, 24 de abril de 2011

Malaquias 3:3

Malaquias 3:3 diz: 'E assentar-se-á como fundidor e purificador de prata...'


Esse versículo bíblico intrigou umas mulheres de um estudo bíblico e elas ficaram pensando o que essa afirmação significava em relação ao caráter e a natureza de Deus.

Uma delas ofereceu-se para descobrir sobre o processo de refinamento da prata para o próximo estudo bíblico. Naquela semana, a mulher ligou para um ourives e marcou um horário para assistí-lo trabalhar. Ela não mencionou a razão do seu interesse e só disse estar curiosa para conhecer o processo.

Ela foi assistí-lo. Ele pegou um pedaço de prata e o segurou sobre o fogo, deixando-o esquentar. Ele explicou que, no refinamento da prata, é preciso que segure-se a mesma bem no centro da chama, onde é mais quente e queima-se as impurezas.

A mulher pensou sobre Deus, que às vezes, segura-nos em situações 'quentes' e pensou novamente no versículo: 'E assentar-se-á como fundidor e purificador de prata...'

Ela perguntou para o artesão se ele tinha mesmo que ficar sentado o tempo todo na frente do fogo enquanto a prata estava sendo refinada.

Ele disse que sim; que não somente ele tinha que ficar lá, segurando a prata, mas que ele tinha que, também, manter seus olhos na mesma o tempo todo que ela estivesse nas chamas. Se a prata ficasse um minuto a mais no fogo, seria destruída.

A mulher ficou em silêncio por um momento. Então, ela perguntou: 'Como você sabe quando a prata está totalmente refinada?'

Ele sorriu e disse: 'Ah, isso é fácil... É quando eu vejo minha imagem nela.'

Se hoje você está sentindo o calor do fogo, lembre-se que os olhos de Deus estão sobre você e que Ele vai ficar cuidando de ti até que Ele veja Sua imagem em você.

Provavelmente, existe alguém que precisa saber que Deus está cuidando dele. E, seja o que for que estiverem passando, eles sairão 'refinados' no final.

ótima páscoa a todos...

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Os cinco Solas



Sola Scriptura

 
Somente a Palavra de Deus é nossa regra de fé e prática. É lâmpada e luz para nossos passos (Salmos 119:105). Não é apenas um livro de consolo, mas também de exortação (II Timóteo 3:16). Devemos nos maravilhar com seu conteúdo, mas também praticar o que preconiza (Tiago 1:23). Não é alvo de interpretações particulares. Esta deve ser sempre guiada pelo Espírito de Deus (II Pedro 1:20), que sempre está presente ao lado daquele que humildemente busca conhecê-la. É a regra da vida. Isto inclui o culto e sua liturgia, o relacionamento entre os irmãos, a música e a postura diante das variadas situações com as quais temos que lidar diariamente. Por fim, a Bíblia interpreta a si mesma. Onde ela se omite, por ser demasiado resumida para abarcar todos os detalhes de nossas vidas, deve ser aplicada com amor. Ao expô-la (e isto deve ser feito com mais freqüência em nossas igrejas) não devemos inferir que algo aconteceu, a menos que estejamos certos, com um atestado histórico, por exemplo. Toda dedução tende a esconder a revelação, perdendo-se a essência do texto. A Bíblia que temos é a palavra suficientemente revelada, com poder para prover salvação a toda humanidade. Deve ser reverenciada, lida, estudada, mas nunca tratada como amuleto. Colocar a Bíblia sobre a estante, ler um versículo numa caixinha de promessas todo dia ou algo semelhante, não vai nos tornar mais crentes, guardados ou santos. A leitura meditativa diária (Salmos 1:2) e metódica é que irá trazer resultados de curto, médio e longo prazo.

Solus Christus

Somente Jesus pode salvar o homem dos seus pecados e redimir a sua alma (Atos 4:12). A razão é uma só: Ele morreu sozinho, sozinho se ofereceu por nós e ressuscitou, evidenciando que seu sacrifício foi aceito pelo Pai. Não há outro mediador ou medianeira (I Timóteo 2:5), porque só ele preenche os requisitos determinados por Deus. Somente através de sua carne imaculada podemos entrar na presença de Deus. Ele é o Cordeiro (João 1:29) que foi morto antes da fundação do mundo (Apocalipse 13:8; João 17:24). Autor e consumador da nossa fé (Hebreus 12:2).

Sola Gratia

Somente a graça infinita de Deus é capaz de perdoar o pecado do homem. Por nossos atos jamais seríamos salvos, daí o princípio da Reforma segundo o qual as obras não salvam ninguém (Efésios 2:8). A graça, como favor imerecido, permite que nossos pecados sejam apagados, tão logo peçamos perdão (Colossenses 2:14). É a graça do Senhor que nos permite suportar as provas (II Coríntios 12:9).

Sola Fide

Somente a fé é a chave que nos torna acessíveis à salvação (Efésios 2:8). A fé é o gesto que salta a muralha imposta pelo pecado e nos faz compreender o imenso amor de Deus ao ouvirmos falar dele (Romanos 10:17). É o único gesto humano de simpatia para com a mensagem do evangelho. Esta é a razão pela qual tão poucas pessoas conseguem fazer uma decisão. Acham bonito, participam e até nos visitam, mas é preciso ter fé para seguir Jesus. A fé não é o que vemos (Hebreus 11:1), é o que se realiza em esperança. A Bíblia diz que em esperança somos salvos (Romanos 8:24), afinal cremos num Jesus que nunca vimos (João 20:29)!

Soli Deo Gloria


Glória somente a Deus. Infelizmente, este princípio é o mais ignorado hoje, assim como nos dias de Lutero. Estamos sempre dispostos a glorificar esta ou aquela pessoa pelos seus feitos, e nós mesmos por vezes queremos o crédito de algo fizemos para Deus. Quando alguns coríntios creditavam aos homens o seu crescimento no evangelho, Paulo argumentou sabiamente: Eu plantei, Apolo regou; mas Deus deu o crescimento (I Coríntios 3:6,7)! É o Eterno Deus quem projeta e encaminha todas as coisas para um fim determinado (Filipenses 2:13). Ele é o autor e consumador da história do mundo. O personagem que rege com maestria o Universo, que cria, equilibra, harmoniza e sustenta todas as coisas por sua Palavra (Salmos 33:6). Nós somos meros coadjuvantes, agraciados por sermos instrumentos em suas mãos poderosas. Por isso a Ele deve ser dada toda honra, glória, louvor e exaltação pelos séculos dos séculos (Judas 1:25).

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Ritual de iniciação maçonico

O profano (iniciante) aproxima-se lentamente com osolhos vendados. Ao entrar na loja, o irmão “experto” toca-lhe o peito com aponta de uma espada. Então, segue o seguinte interrogatório.

O Venerável pergunta:
– Vês alguma coisa, senhor?

A resposta do profano é imediata:
– Não, senhor.

O Venerável prossegue:
– Sentes alguma impressão?

Profano:
– O contato de um objeto aguçado sobre o peito.

Venerável:
– A arma cuja ponta sentes simboliza o remorso quehá de perseguir-vos se fordes traidor à associação a que desejais pertencer. Oestado de cegueira em que vos achais é o símbolo do mortal que não conhece aestrada da virtude que ides principiar a percorrer. O que quereis de nós,senhor?

Profano:
– Ser recebido maçom.

Venerável:
– E esse desejo é filho de vosso coração, sem nenhumconstrangimento ou sugestão?

Profano:
– Sim, senhor.

Venerável:
– Previno-vos, senhor, que a nossa ordem exigirá devós um compromisso solene e terrível... Se vos tornardes maçom, encontrareis emnossos símbolos a terrível realidade do dever.

Depois de submetido a muitas indagações, o profano éconduzido ao altar dos juramentos e ajoelha-se com o joelho esquerdo, pondo amão direita sobre a constituição e a Bíblia, que devem ter em cima a espada. Àmão esquerda, o profano segura o compasso, apoiando-o no lado esquerdo dopeito. Daí, todos se levantam e ouvem o seguinte juramento:

“Eu, (nome), juro e prometo, de minha livre eespontânea vontade, pela minha honra e pala minha fé, em presença do SupremoArquiteto do Universo, que é Deus perante esta assembléia de maçons, solene esinceramente, nunca revelar quaisquer dos mistérios que sempre ocultarei enunca revelarei qualquer uma das artes secretas, partes ou pontos dos mistériosocultos da maçonaria que me vão ser confiados, senão a um bom e legítimo irmãoou em loja regularmente constituída, nunca os escrever, gravar, traçar,imprimir ou empregar outros meios pelos quais possa divulgá-los. Juro tambémajudar e defender meus irmãos em tudo o que puder e for necessário, ereconhecer como Potência Maçônica regular e legal no Brasil o Grande Oriente doBrasil, ao qual prestarei obediência. Se violar este juramento, seja-mearrancada a língua, o pescoço cortado, e meu corpo enterrado nas areias do mar,onde o fluxo e o refluxo das ondas me mergulhem em perpétuo esquecimento, sendodeclarado sacrílego para com Deus, e desonrado para com todos os homens. Amém”.

Em seguida, o neófito é conduzido para uma salacontígua ao templo, onde já se encontram colocadas duas urnas com espírito devinho aceso. Deitado no chão, sobre um pano preto, deve estar um irmão (maçon),como se estivesse morto, amortalhado com a capa do 1º Experto. Todos os irmãosestarão de pé, sem insígnias, e armados de espada que apontam o neófito. Este éentão desvendado pelo Venerável e encontra-se subitamente num ambiente lúgubre,com inúmeras espadas voltadas para ele. E ouve as graves admoestações doVenerável:

“Este clarão pálido e lúgubre é o emblema do fogosombrio que há de alumiar a vingança que preparamos aos covardes que perjuram.Essas espadas, contra vós dirigidas, estão nas mãos de inimigosirrecon-ciliáveis, prontos a embainhá-las no vosso peito se fordes tão infelizque violeis vosso juramento”. Ou seja, se sair da ordem maçonica, SERÁ MORTO!

Como bem se expressa o Dr. Boaventura Kloppenburg,temos de ponderar que não estamos lendo alguma peça teatral, nem um documentoantigo de sombrias épocas de sangue e vingança, mas o ritual prescrito parainiciação no primeiro grau da maçonaria.

Daí a pergunta que não quer calar: “Pode o cristãosubmeter-se a um ritual e juramento imbuídos de aspectos explicitamentecondenáveis pela Palavra de Deus? Como imaginar até mesmo um pastor diantedesse sacramento de iniciação maçônico? Como congregar, sob o mesmo teto,evangélicos, espíritas, muçulmanos, umbandistas, católicos, budistas, entreoutros grupos religiosos, em nome de uma entidade divina conhecida pelo títulode ‘Grande Arquiteto do Universo’? Será que tais pessoas estão de fato adorandoo Deus de Abraão, Isaque e Jacó? Ou seja, o Deus da Bíblia?”.

Sem querer me estender muito, a maçonaria é uma verdadeira palhaçada.

Fonte: ICP