quarta-feira, 17 de agosto de 2011

LER PARA CRER

Ler e interpretar a Bíblia é, antes de tudo, um privilégio. Muitos gostam de enfatizar que se trata de uma obrigação, mas é, isto sim, um privilégio. Um privilégio em grande parte recente, pois, durante a maior parte da história da Igreja, a Bíblia só era conhecida a partir da leitura pública. A maioria das pessoas não tinha acesso ao texto impresso.
Não se lê a Bíblia para Deus, mas para Si mesmo, isto é, para proveito pessoal. É claro que o leitor da Bíblia pode contar com a iluminação do Espírito Santo (Jo 14.26; ICo 2.9-16; 2Co 3.13-16; Mt 11.25,26; Sl 119.18), que é revelador e iluminador. 


A Bíblia não se contradiz e interpreta a Si mesma. Ela tem uma unidade orgânica. Existe unidade na diversidade: muitas vozes, mas, em seu todo, um som harmônico.
A Bíblia também se explica sozinha. Ela é sua própria intérprete. Ela se interpreta de forma imediata ou direta, como, por exemplo, em Jo 2.19,21 e Jo 12.32,33. Ela também se explica de forma mediata, em paralelos, pela "analogia da fé", isto é, a soma das passagens bíblicas claras. Interpretar a Bíblia pela própria Bíblia, à luz da própria Bíblia, é trabalhar com princípios hermenêuticos derivados da própria Bíblia. Por isso, importa estudar toda a Bíblia.


Estudemos mais a palavra de Deus!!!!! 

2 comentários:

  1. Ah, a Bíblia... o que seríamos sem ela?

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  2. Glorifico a Deus por ter nos dado este lindo manual de salvação do ser humano.

    Obrigado pela visita e que Deus te abençoe!

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