sábado, 27 de agosto de 2011

QUEM SOU EU?

Acredito que o principal elemento da personalidade de um indivíduo é a sua identidade. A identidade é o conhecimento da verdade divina acerca de si mesmo nas diversas áreas e condições da existência. Na mesma proporção que perdemos contato com nossa identidade vamos também fracassar em desempenhar nossas habilidades bem como aleijar nosso destino.

Saber quem somos espiritualmente e vocacionalmente nos lança numa dinâmica de fé e obras que extrapola as impossibilidades. O conhecimento de Deus e a revelação da nossa identidade. Você só irá saber quem você é de fato, descobrindo quem Deus é. São revelações simultâneas, paralelas.

Um dos fatores mais importantes acerca da identidade de qualquer indivíduo é que ela tem origem em Deus. Ele é o supremo criador não criado. Para descobrir nossa identidade precisamos entrar na empolgante jornada de retornar ao coração de Deus, o autor da nossa vida e existência.

Qual seria, portanto, este caminho de volta às nossas origens? Jesus declarou: Eu sou o caminho, a verdade e a vida e ninguém vêm ao Pai senão por mim. O caminho que quebra o jugo da orfandade espiritual, da ignorância acerca da nossa origem, propósito e destino é uma pessoa: Jesus, que nos proporciona não só revelação, mas acesso à paternidade do Criador.

Um dos sintomas mais fortes da crise de identidade é o sentimento de orfandade em relação a pais verdadeiros, a pais espirituais e a Deus, nosso Pai celestial. Desta forma não só perdemos contato com nossa verdadeira identidade em Deus, como também nossa herança é saqueada.
Obviamente que o diabo tem um interesse básico que consiste em traumatizar a identidade das pessoas, pois a partir disto, as pessoas começam não mais que andar em círculos no que tange ao propósito maior da vida.
Sua maior arma para isto é a imoralidade. A imoralidade é um dos pecados que mais afetam a identidade de uma pessoa. Ela tem o poder de destruir a alma: "O que adultera com uma mulher é falto de entendimento; destrói a sua alma o que tal faz. Achará castigo e vilipendio, e o seu opróbrio nunca apagará". (Pv 6:32,33}

A imoralidade acarreta um estado perpétuo de vergonha espiritual que esmaga a consciência, destrói a autoridade, corrompe a influência. O que está em pauta é o processo sinistro de perverter a personalidade. Qualificamos de sinistro porque ao mesmo tempo em que é destrutivo é também atrativo e acumulativo.

Pensemos nisto...

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